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Android 11 é a versão com o mais rápido tempo de adoção, mas Google quer mais

Rubens Eishima
·3 minuto de leitura

Quase toda nova versão do Android chega com alguma promessa de que inclui mudanças para acelerar a sua adoção pelas fabricantes. Lentamente, os resultados de anos de trabalho nos bastidores começam a mostrar resultado, com o Android 11 registrando um volume de usuários maior que edições anteriores após o mesmo tempo de mercado.

Apesar de não dar números exatos, o Google compartilhou um gráfico ilustrando que a quantidade de usuários ativos com o sistema Android 11 é maior — ainda que por pouco — do que as edições anteriores, quando analisados após um determinado número de dias após o lançamento.

A boa notícia foi dada em meio ao anúncio de que alguns processadores da Qualcomm terão suporte de fábrica por quatro anos com correções de segurança e três de atualizações de recursos. Sempre com a ressalva que para chegar aos celulares dos consumidores, as atualizações precisam ser adaptadas e distribuídas pelas fabricantes dos aparelhos (e em alguns casos pelas operadoras).

Número de instalações ativas de cada versão Android após o lançamento (Imagem: divulgação/Google)
Número de instalações ativas de cada versão Android após o lançamento (Imagem: divulgação/Google)

Há alguns anos o Google não atualiza seu painel com a porcentagem de dispositivos ativos das diferentes versões do sistema. Desenvolvedores de apps têm acesso a um painel que indica uma distribuição de aparelhos compatíveis com os diferentes níveis de recursos no Android Studio, mas que não é tão simples de interpretar quanto a antiga página e seu gráfico de torta.

Projeto Treble

O responsável pela adoção mais rápida das novas versões, de acordo com o Google, é o “Project Treble” e suas reformas implementadas no Android. A iniciativa, parte da versão Oreo lá em 2017, isolou mais componentes do sistema dos softwares específicos para os dispositivos. Assim, as fabricantes de celulares passaram a ter menos justificativas para não testar e lançar suas atualizações — depois de confirmar que suas personalizações são compatíveis com todo o pacote.

O plano tinha um ponto fraco, porém, já que exigia que as fabricantes de componentes, principalmente os de processadores com seus diversos sistemas integrados (CPU, GPU, IA, modem, processamento de câmeras, etc), criassem até seis combinações diferentes de sistema para cada componente no mercado a fim de serem compatíveis com o Treble por três anos.

Cada atualização do Android exigia um novo pacote de suporte (implementação) para cada processador (imagem: divulgação/Google)
Cada atualização do Android exigia um novo pacote de suporte (implementação) para cada processador (imagem: divulgação/Google)

Mais rápido

A partir do Android 11, o Google passou a oferecer uma opção mais simples para as fabricantes de processadores, como a Qualcomm, Samsung LSI, MediaTek, UniSOC etc. Uma mesma imagem (chamada oficialmente de “implementação do fornecedor”) será compatível com quatro versões do sistema, dispensando o desenvolvimento (e testes, e distribuição, etc) de uma nova implementação a cada edição do Android.

Implementações feitas pelas fabricantes de chip foram simplificadas, com apenas uma para cada processador (Imagem: divulgação/Google)
Implementações feitas pelas fabricantes de chip foram simplificadas, com apenas uma para cada processador (Imagem: divulgação/Google)

Essa alteração está por trás da política de atualizações anunciada pela Qualcomm — oficialmente apenas para os chips lançados após o Snapdragon 888 —, que deve simplificar para as fabricantes de celulares o lançamento de novas versões do Android nos aparelhos. Mesmo assim resta ver como se comportarão as demais empresas de processadores e, principalmente, se as marcas de smartphones vão transformar essa mudança em benefício para os consumidores.

Fonte: Canaltech

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