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Anatel apreende mais de 15 mil carregadores irregulares na Rua 25 de Março (SP)

Ramon de Souza
·2 minuto de leitura

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) está realmente apertando o cerco contra o comércio de produtos não-homologados. No mês de outubro, em parceria com a Receita Federal, o órgão apreendeu mais de 243,7 mil dispositivos eletrônicos que entraram irregularmente no país — na ocasião, foram repreendidos smartwatches, set-top boxes e até celulares de origem e qualidade duvidosa.

Agora, nesta última quarta-feira (16), a entidade resolveu focar suas ações na Rua 25 de Março, famosa por sua intensa movimentação de comércio popular. Em uma operação na região, a Anatel apreendeu nada menos do que 15,2 mil carregadores de celulares que não haviam passado pelo processo de certificação para serem vendidos em nosso país. Isso significa que, possivelmente, seu uso poderia causar danos ao consumidor final.

Segundo informações oficiais do órgão, a ação foi direcionada especificamente para “um grande distribuidor de carregadores”, sem citar nomes. O valor total dos produtos recolhidos chega a R$ 180 mil. Participaram da operação nove agentes fiscalizadores da própria Anatel e policiais da Polícia Federal. A entidade lembra que três outras operações foram realizadas em São Paulo em 2020, sendo que, em uma delas, 11 mil carregadores foram lacrados.

O combate ao comércio ilegal desse tipo de dispositivo tem fundamento — carregadores costumam ser itens que, se adquiridos de forma oficial, se tornam periféricos razoavelmente caros. Além disso, trata-se de um componente que é fácil perder ou danificar. Por conta disso, a procura por soluções alternativas é altíssima, por mais que a imprensa já tenha relatado diversos casos de acidentes graves (incluindo incêndios) pelo uso de carregadores pirateados.

Infelizmente, com a decisão da Apple de vender o Novo iPhone 12 sem um adaptador de tomada na embalagem, a tendência é que a demanda por esse tipo de produto aumente nos próximos meses. Tudo indica que a Samsung seguirá por esse mesmo caminho, o que alimenta ainda mais o mercado paralelo.

Fonte: Canaltech

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