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Analistas do Goldman pedem jornada de ‘apenas’ 80h semanais

Gillian Tan e Sridhar Natarajan
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Semanas de cem horas no trabalho. Declínio da saúde física e mental. Chance maior de deixar o banco em muito pouco tempo.

Esses estão entre os lamentos de 13 analistas no primeiro ano de trabalho em investment banking no Goldman Sachs que se auto-questionaram, de acordo com apresentação que circulou nas redes sociais. Eles compartilharam suas descobertas com os gerentes. A reclamação foi tão séria que a firma de Wall Street está adotando novas medidas, incluindo renunciar a alguns negócios para ajudar a manter a carga de trabalho mais administrável, de acordo com um executivo do Goldman com conhecimento do assunto.

Wall Street ganhou fama como a indústria preferida para aqueles que podem tolerar muitas horas de trabalho, e isso se provou ainda mais verdadeiro durante a pandemia. Mas as reclamações de não ter tempo para comer ou tomar banho, que aparecem nas queixas dos funcionários, estão em desacordo com a Wall Street mais branda e gentil que os executivos seniores da indústria apresentaram na tentativa de atrair e reter talentos.

“Reconhecemos que nosso pessoal está muito ocupado, porque os negócios estão intensos e os volumes estão em níveis históricos”, disse Nicole Sharp, porta-voz do Goldman Sachs. “Depois de um ano de Covid, as pessoas estão compreensivelmente sobrecarregadas e é por isso que estamos ouvindo suas preocupações e tomando várias medidas para resolvê-las.”

Os analistas até sugeriram soluções para o banco, como limitar suas semanas de trabalho para 80 horas e evitar alterações de última hora em apresentações para reuniões com clientes - parte da cultura de “por favor, conserte, obrigado” de Wall Street.

“Não se deve esperar que funcionários juniores façam qualquer trabalho depois das 21h de sexta-feira ou o dia todo de sábado sem uma exceção pré-aprovada, pois esse é o único tempo pessoal protegido que temos”, escreveram eles na apresentação.

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