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Análise: Vitória dramática faz justiça ao bom desempenho do Palmeiras na Libertadores

Bruno Marinho
·2 minuto de leitura

O empate, pura e simples, diria pouco sobre o que foi o jogo entre Universitario e Palmeiras, mas reforçaria um cenário alviverde adverso iniciado com a perda dos títulos da Supercopa do Brasil e da Recopa. O resultado seria muito mais fruto da má sorte sucessiva que às vezes acomete uma partida de futebol sem que os times em campo tenham muito controle do que consequência de uma má atuação dos paulistas.

O Palmeiras foi amplamente superior ao time peruano até os 18 minutos do segundo tempo. Desempenho muito seguro, sem ser brilhante, dois gols de vantagem e um esquema com três zagueiros que passava segurança à meta de Weverton. Não que fosse um grande mérito, afinal, o nível dos peruanos não é dos melhores.

Tudo mudou quando Alan Empereur foi expulso, após receber o segundo cartão amarelo em uma partida em que nove advertências foram distribuídas pela arbitragem, de critério muito exagerado. Na cobrança da falta. Gol do Universitario. Dois minutos depois, pênalti de Danilo e empate dos donos da casa. Que não se tente encontrar bodes expiatórios: não houve falhas individuais ou coletivas nos gols, apenas lances de infelicidade em cadeia.

O maior pecado do Palmeiras talvez resida no que aconteceu depois do placar em 2 a 2. Abel Ferreira acusou o golpe, mexeu na equipe mais preocupado em segurar o ponto contra o adversário mais fraco do Grupo A da Libertadores do que em buscar a vitória que parecia impossível de não acontecer até o vacilo de Empereur.

Ao manter o esquema com três zagueiros e tirar Luiz Adriano do jogo, o Palmeiras convidou o Universitario para tentar a virada. Foram minutos de tensão até o fim da partida. O gol de Renan, na última jogada em Lima, fez justiça ao melhor time antes que o incontrolável desse as caras.