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Análise: O Corinthians não pode depender apenas do corte para dentro de Mosquito

·2 minuto de leitura


Ainda falta repertório para o Corinthians.

Embora o time tenha mostrado alguns pontos de evolução no empate em 1 a 1 contra o Palmeiras, no último sábado (12), pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro, o gol marcado por Gabriel e os principais momentos corintianos saíram de jogadas de velocidade pelo lado direito, com Gustavo Mosquito.

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No Dérbi, deu para ver um time com esquema tático mais definido, com Mosquito e Mateus Vital aberto pelas extremidades, Luan fazendo o falso nove, Cantillo iniciando as jogadas no meio-campo, com Gabriel e Roni dando sustentação defensiva para a faixa central, mas não abdicando de encostar na área – foi assim, inclusive, que o camisa 5 colocou a bola para dentro, aos 10 minutos do segundo tempo.

Contudo, ainda que o esquema tático fosse mais definido, ele escancarou algumas deficiências corintianas, entre elas a ausência de repertório.

Luan sai bastante da área, o que se espera da sua função, mas a sua falta de velocidade muitas vezes breca o dinamismo do Corinthians. O camisa 7 prende a bola demais e pouco consegue distribuir jogos para os companheiros. Além disso, quando sai da área, que é algo constante, deixa a zona vazia, sendo que a tendência de distribuição de jogo corintiana, sem um meia armador é o apoio pelas beiradas.

Mateus Vital voltou a ser titular, mas deixou a desejar. O artilheiro do Corinthians na temporada foi pouco dinâmico pelo lado esquerdo.

Sobrou, portanto, para Mosquito ter que usar e abusar da sua velocidade pela direita, trazendo a bola para dentro, buscando o chute ou uma melhor opção de passe, como foi com Gabriel no gol, ou tentar o contato adversário e a falta próximo a área, algo que aconteceu três vezes no segundo tempo, antes do Timão igualar o marcador.

Ainda falta bastante para o Corinthians, que não possui conjunto e precisa buscar mais do jogo coletivo para não depender apenas de um jogador, como está no momento.

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