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Análise: Falta constância para seleção da Argentina deslanchar

·2 minuto de leitura

O técnico Lionel Scaloni pode tirar ao menos uma conclusão clara da partida contra o Paraguai: Di María merece ser titular da Argentina. O camisa 11 foi a novidade da equipe na partida. Foi dele o passe para o gol de Gómez, o único na vitória no Mané Garrincha. A dúvida que segue é como fazer os bicampeões do mundo atuarem em alto nível de maneira constante.

A irregularidade dentro de uma partida é uma característica desse grupo que ainda concentra bons valores individuais do meio para frente, mas que carece de entrosamento, de jogadas trabalhadas. Scaloni demora mais do que o futebol argentino precisa para encontrar uma maneira de fazer funcionar a engrenagem.

As peças são boas, mas o encaixe não é fácil, vale reconhecer. Di María e Messi são dois exemplos cabais disso. O camisa 11, novidade da Argentina nesta segunda-feira, obriga Scaloni a fugir do óbvio que é o esquema com três homens mais ofensivos, um em cada ponta e o terceiro centralizado.

O jogador do PSG empurra Messi mais para o meio de campo, onde o camisa 10 gosta de transitar com mais liberdade, menos plantado. O time sai do 4-3-3 e vai para um 4-2-3-1. Sem as jogadas automatizadas, a equipe depende de brilhos individuais, do encontro ocasional de Di María e Messi.

Aconteceu algumas vezes no Mané Garrincha. Numa delas, saiu o gol argentino. Mas foi pouco. Depois do bom primeiro tempo, a equipe perdeu muito em produção diante de um Paraguai que é limitado demais do meio para frente. É preciso criar outras alternativas que aliviem um pouco a carga da dupla, ambos avançandando na casa dos 30. A parte física dos craques pode ser justamente a explicação para a falta de constância.

Se Di María e Messi precisam ocupar basicamente a mesma faixa de campo, que seja criada uma maneira de potencializarem o futebol argentino juntos. São os dois mais capazes de fazer a diferença. Com tempo, Scaloni poderia até pensar no craque do Barcelona como um falso nove, uma vez que Lautaro Martínez e Aguero não vivem fase muito empolgante. Não é o caso. O mais urgente é aumentar a constância.

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