Mercado fechará em 4 h 26 min
  • BOVESPA

    122.826,07
    +1.024,86 (+0,84%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.392,30
    +196,87 (+0,38%)
     
  • PETROLEO CRU

    69,07
    +0,92 (+1,35%)
     
  • OURO

    1.804,20
    -10,30 (-0,57%)
     
  • BTC-USD

    39.310,34
    +57,30 (+0,15%)
     
  • CMC Crypto 200

    980,02
    +4,12 (+0,42%)
     
  • S&P500

    4.422,72
    +20,06 (+0,46%)
     
  • DOW JONES

    34.991,49
    +198,82 (+0,57%)
     
  • FTSE

    7.116,05
    -7,81 (-0,11%)
     
  • HANG SENG

    26.204,69
    -221,86 (-0,84%)
     
  • NIKKEI

    27.728,12
    +144,04 (+0,52%)
     
  • NASDAQ

    15.152,00
    +78,50 (+0,52%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1177
    -0,0006 (-0,01%)
     

Amundi quer dobrar ativos na Grande China para US$ 250 bilhões

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A Amundi busca atrair até US$ 250 bilhões em ativos da região da Grande China com a promessa de construir uma base doméstica secundária em um dos mercados de gestão de patrimônio de crescimento mais rápido do mundo.

A empresa de Paris planeja mais do que dobrar os ativos sob gestão na China, Hong Kong e Taiwan até 2025 em relação ao nível atual de US$ 120 bilhões, disse Zhong Xiaofeng, presidente do conselho da Amundi Greater China. A Amundi quer reforçar a presença na China com a oferta de mais produtos, mais contratações e trabalhando em estreita colaboração com seus parceiros de joint venture Agricultural Bank of China e Bank of China.

“Vamos cultivar a China como um segundo mercado doméstico para a Amundi”, disse Zhong em entrevista. “Um desafio importante que precisamos enfrentar é fazer de nossas joint ventures na China um exemplo de união das condições locais com os padrões globais.”

A China está no centro da expansão da Amundi na Ásia, onde busca aumentar seus ativos para 500 bilhões de euros (US$ 593 bilhões) em quatro anos. A região é estratégica para Valerie Baudson, que em maio assumiu o posto de diretora-presidente da gestora de US$ 2,1 trilhões, criada após a fusão das unidades de fundos do Crédit Agricole e Société Générale.

A Amundi adota uma abordagem semelhante à da BlackRock e Goldman Sachs ao explorar vários caminhos para entrar no mercado de gestão de patrimônio de varejo da China, que, segundo a Deloitte, poderia crescer para US$ 3,4 trilhões até 2023.

Até agora, essa estratégia parece estar funcionando. A joint venture Amundi BOC Wealth Management, que foi aprovada pelos reguladores em setembro, atraiu US$ 5 bilhões em ativos em seis meses e lançou mais de 50 produtos. Alavancando a rede de distribuição do Bank of China, a Amundi alcança clientes com menor apetite por risco, oferecendo renda fixa ou investimentos em multiativos com pequenas exposições a ações. A Amundi possui uma participação de 55%, enquanto a BOC Wealth Management detém o restante.

“Queríamos que nossos produtos fossem capazes de suportar a volatilidade do mercado e se manter acima do valor nominal”, disse Zhong, acrescentando que a empresa tem adotado novas técnicas para garantir menor volatilidade e menores perdas em um mercado conhecido pela rotatividade do varejo.

More stories like this are available on bloomberg.com

Subscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.

©2021 Bloomberg L.P.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos