Mercado fechará em 1 h 43 min
  • BOVESPA

    111.368,49
    -705,05 (-0,63%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    54.446,56
    -572,35 (-1,04%)
     
  • PETROLEO CRU

    76,67
    +0,26 (+0,34%)
     
  • OURO

    1.933,30
    -9,50 (-0,49%)
     
  • BTC-USD

    23.812,45
    +815,53 (+3,55%)
     
  • CMC Crypto 200

    544,03
    -1,28 (-0,24%)
     
  • S&P500

    4.175,38
    +56,17 (+1,36%)
     
  • DOW JONES

    33.948,31
    -144,65 (-0,42%)
     
  • FTSE

    7.820,16
    +59,05 (+0,76%)
     
  • HANG SENG

    21.958,36
    -113,82 (-0,52%)
     
  • NIKKEI

    27.402,05
    +55,17 (+0,20%)
     
  • NASDAQ

    12.791,25
    +377,00 (+3,04%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,4669
    -0,0875 (-1,58%)
     

Americanas diz que Justiça suspendeu bloqueio de R$1,2 bi em conta do BTG Pactual

SÃO PAULO (Reuters) - A Americanas comunicou nesta quarta-feira que o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro suspendeu na véspera o bloqueio de cerca de 1,2 bilhão de reais em poder do BTG Pactual

O bloqueio ocorreu após o banco de investimentos obter mandado de segurança no último dia 18 contra decisão que, entre outras matérias, concedia à varejista o direito de reaver valores compensados por credores.

A Americanas havia obtido decisão no 13 de janeiro que a protegia dos credores.

A empresa pediu recuperação judicial na semana passada, citando dívidas de cerca de 43 bilhões de reais, oito dias após ter revelado um rombo contábil de 20 bilhões de reais.

Nesta quarta-feira, citando a nova decisão, a Americanas disse que o valor deve ser liberado à varejista e usado somente para a atividade fim da empresa, "sob direta gestão do administrador judicial da companhia até o julgamento do mérito do mandado de segurança impetrado pelo Banco BTG".

A Americanas acrescentou que o Juízo da 4ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Rio de Janeiro deferiu também na véspera o "arresto/sequestro dos valores reclamados pela companhia e que tinham sido bloqueados pelos Bancos Safra e Votorantim".

"Com a decisão, o dinheiro bloqueado que vier a ser arrestado/sequestrado voltará a ser de propriedade da companhia, mas deverá ser mantido em deposito judicial."

(Por Paula Arend Laier)