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Ameaças digitais cresceram 32% no Brasil durante Black Friday

As ameaças digitais tiveram um aumento de 32% no Brasil durante a temporada de compras da Black Friday. Nosso país foi o segundo colocado em índice de risco na América do Sul, atrás apenas enquanto, em todo o mundo, uma em cada 50 análises realizadas pelos sistemas de segurança da Surfshark resultaram em um alerta de perigo aos usuários.

No mundo, a Europa foi o país mais atingido por ameaças virtuais durante a Black Friday, com a Romênia apresentando o maior índice de aumento no mundo. Por lá, o risco cresceu mais de 4.349%, enquanto Lituânia (95%), Bélgica (440%) e Alemanha (75%) também estão entre os cinco com maior índice; a Austrália, com 275%, foi o único de fora do Velho Continente a aparecer nesse ranking.

Apesar do crescimento, os números da América do Sul representam um volume 37% abaixo da média global de ataques, com o Brasil, por exemplo, apresentando 9 detecções a cada 100 varreduras de sistemas. Por outro lado, na Europa, esse volume foi 28% acima da estimativa mundial, o que mostra, também, que os criminosos estão cada vez mais em busca de países cujos usuários têm maior poder aquisitivo na hora de praticar golpes relacionados à temporada de compras e descontos.

De acordo com os dados da Surfshark, os riskwares representaram 47,3% do total de ameaças registradas no período. Os aplicativos do tipo simulam a aparência e até as funcionalidades de softwares reais, principalmente aqueles focados em segurança, para obter as permissões necessárias para realizar suas ações maliciosas. Os usuários do sistema operacional Android, aqui, são as principais vítimas.

<em>Mesmo com aumento de 32%, Brasil está fora da lista de países que mais foram ameaçados durante Black Friday; riskwares, inserção de códigos maliciosos e adwares estão entre os principais riscos aos usuários (Imagem: Pexels)</em>
Mesmo com aumento de 32%, Brasil está fora da lista de países que mais foram ameaçados durante Black Friday; riskwares, inserção de códigos maliciosos e adwares estão entre os principais riscos aos usuários (Imagem: Pexels)

Na segunda colocação, com 12,4% das ameaças, está a inserção de códigos maliciosos em apps reais, baixados a partir de fontes alternativas, enquanto os aplicativos que exibem anúncios perigosos ou fora de lugar representaram 9,2% dos incidentes. O foco, segundo os especialistas, está no roubo de dados, golpes financeiros ou o comprometimento de arquivos.

Já entre os vetores mais comuns estão e-mails de phishing que carregam arquivos maliciosos em anexo, links suspeitos para o download de aplicações ou sites falsos focados no roubo de dados. A Surfshark aponta, também, que um comprometimento inicial, no caso de uma rede corporativa, por exemplo, pode levar à disseminação de pragas por toda a infraestrutura, resultando em um aumento nas detecções por conta dos softwares de segurança.

Ainda que o período de descontos tenham passado, as recomendações de segurança permanecem. Os usuários devem prestar atenção nos sites acessados e evitarem links recebidos por redes sociais ou apps de mensagem, principalmente quando envolverem cadastros ou o download de aplicações. Sistemas operacionais devem ser mantidos sempre atualizados no celular e PC, onde soluções de segurança também devem estar ativas para que detectem ameaças mais comuns,

Os dados da Surfshark foram levantados a partir de telemetria dos próprios serviços de segurança da empresa, coletados a partir de 17 de outubro deste ano.

Fonte: Canaltech

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