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AMD revela chips Ryzen com Zen 3 e 3D V-Cache, tecnologia de cache empilhado

·3 minuto de leitura

Anunciados no início de outubro do ano passado, a família de CPUs Ryzen 5000 da AMD foi a principal cartada da empresa sobre os processadores da rival Intel, que luta já há algum tempo para tentar manter a competitividade das soluções da família Core.

Já bastante eficientes em cargas de trabalho profissionais, como modelagem 3D e edição de imagens, a linha mais recente da AMD ficou completa ao também superar a competição em games, graças à microarquitetura Zen 3, que reduziu atrasos no processamento e aumentou o desempenho significativamente.

A AMD ainda tem mais novidades para trazer para a linha Ryzen 5000, conforme anunciou durante conferência realizada nesta semana na Computex 2021. A empresa revelou a tecnologia 3D V-Cache, praticamente triplicando a quantidade de memória que o processador tem para armazenar instruções e consequentemente aprimorando ainda mais a performance, inclusive em games.

Cache armazena informações para poupar tempo

De maneira bastante resumida, o cache é um conjunto de memória incorporada ao processador para que os núcleos possam armazenar informações importantes para os processos que estão sendo realizados.

Por estar extremamente próximo dos núcleos, o cache acelera o processamento e aumenta o desempenho, já que a CPU não perde tempo buscando informações no HD ou SSD, memórias mais distantes e lentas.

CPUs usam o cache para armazenar instruções e reduzir o tempo de processamento, aumentando o deesempenho (Imagem: Niek Doup/Unsplash)
CPUs usam o cache para armazenar instruções e reduzir o tempo de processamento, aumentando o deesempenho (Imagem: Niek Doup/Unsplash)

Processadores atuais costumam vir com três níveis de cache — o L1, o L2 e o L3 — acessados nessa ordem. O L1 tem menor capacidade e é mais próximo dos núcleos, enquanto o L3 tem maior capacidade e é mais distante.

Caso a informação não é encontrada no L1, a CPU passa para o L2 e assim suscetivamente, até chegar ao armazenamento do computador, na ocasião de o dado necessário não estar no cache. Um processador também não precisa ter os três níveis obrigatoriamente.

3D V-Cache: memória empilhada para ganho de 15% em games

A ideia do 3D V-Cache é empilhar mais memória L3 sobre o processador, aumentando a capacidade de informações armazenadas e assim aprimorae ainda mais o desempenho. Em processadores potentes como o Ryzen 9 5900X demonstrado pela AMD, o cache L3 conta com alta capacidade, no caso 32 MB por conjunto de núcleos, totalizando 64 MB, já que o chip topo de linha da marca usa dois conjuntos para chegar aos 12 núcleos.

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O plano da companhia para a nova versão do 5900X é adicionar 64 MB, logo acima dos núcleos, resultando em 96 MB por conjunto de núcleos, totalizando 192 MB. Segundo a AMD, a mudança entrega em média 15% mais desempenho em jogos, ganho significativo considerando que outros aspectos do chip, como a arquitetura, são mantidos.

O protótipo exibido pela empresa durante a conferência entregou taxa de quadros 12% maior em Gears 5 quando comparado a um 5900X tradicional, passando de 184 FPS para 206 FPS. A novidade pode ser a mudança necessária para manter os processadores Zen 3 relevantes o suficiente até que a fabricante apresente a microarquitetura Zen 4, que promete novos saltos significativos.

O 3D V-Cache promete aprimorar o desempenho em games em 15%, em média (Imagem: Reprodução/WCCFtech)
O 3D V-Cache promete aprimorar o desempenho em games em 15%, em média (Imagem: Reprodução/WCCFtech)

A má notícia é que apenas os Ryzen 9 terão acesso ao 3D V-Cache por enquanto, já que mais silício é necessário, o que aumentaria substancialmente o preço de opções mais acessíveis como o Ryzen 5 diante da crise que a indústria enfrenta. Os processadores com cache empilhado estão previstos para chegar aos consumidores no início de 2022.

Fonte: Canaltech

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