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Ambev torna-se a empresa mais valorizada na Bolsa em outubro

·2 min de leitura
SPAIN - 2021/08/03: In this photo illustration, a Ambev logo seen displayed on a smartphone with a Ambev logo in the background. (Photo Illustration by Thiago Prudencio/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)
SPAIN - 2021/08/03: In this photo illustration, a Ambev logo seen displayed on a smartphone with a Ambev logo in the background. (Photo Illustration by Thiago Prudencio/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)
  • Ambev se tornou a empresa que mais se valorizou na Bolsa em outubro;

  • Mercado foi marcado por cenário de incertezas com a economia brasileira;

  • Apenas 13 das 89 empresas na bolsa brasileira terminaram o mês em alta, em mês de grandes quedas.

O mês de outubro da Bolsa de Valores de São Paulo (B3/Bovespa), foi marcado pelas incertezas da economia brasileira, com um mês marcado por turbulências, desde incertezas políticas, com a dúvida se Paulo Guedes seguiria ou não no cargo, novas propostas do teto de gastos, entre outras situações que fizeram a Bolsa terminar em baixa.

Por conta disso, segundo dados levantados pelo site 1 Bilhão, a Bovespa apresentou o pior resultado mensal deste ano, com baixa de 6,74%, com apenas 13 das 89 empresas registradas na B3 terminando em alta. E o principal destaque do mês, segundo o site, foram as ações da Ambev (ABEV3), que dispararam 11,63%.

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A grande alta da Ambev se deve ao fato de que seu balanço trimestral que superou as expectativas do mercado, com a produtora de bebidas apresentando um lucro de R$ 3,7 bilhões, e com um crescimento de 57,4% frente ao mesmo trimestre do ano passado, que registrou um lucro de R$ 2,3 bilhões. A partir disso, a receita líquida da companhia foi de R$ 18,492 bilhões, uma alta de 20,8% na base anual. Neste trimestre, segundo dados levantados pelo 1 Bilhão, a Ambev registrou o maior volume até hoje, com crescimento de 7,7% frente ao mesmo período em 2020.

Com a bolsa em queda, algumas ações se destacaram negativamente, entre elas, tendo o setor de turismo sendo o mais afetado do mês, As cinco piores empresas do ranking tiveram uma desvalorização média de 25% a 44%. Entre elas: Méliuz (CASH3), Azul (AZUL4), Alpargatas (ALPA4), Gol (GOLL4) e CVC (CVCB3). Segundo o site 1 Bilhão, a Méliuz se destacou com a maior queda, tendo um recuo de 45%. 

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