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Amazonas restringe mobilidade e comércio para lidar com segunda onda da pandemia

·2 minuto de leitura
Homem segura cilindro de oxigênio em Manaus, Amazonas

O Amazonas anunciou neste sábado (23) que só permitirá a circulação de pessoas e o funcionamento do comércio para atividades essenciais, na tentativa de conter o forte aumento de casos e mortes decorrentes da segunda onda da pandemia.

Após reunião das autoridades, “ficou definida a ampliação para 24 horas do período de restrição de circulação de pessoas no estado, durante sete dias, a partir de 25 de janeiro”, informou o governo em nota.

“Essa é uma medida para que a gente possa diminuir aglomerações e consequentemente quebrar essa cadeia de transmissão do vírus”, explicou o governador, Wilson Lima, citado na nota.

Durante o período de restrição, que o governador se recusou a chamar de quarentena, apenas mercados e supermercados, padarias, farmácias, postos de gasolina e "serviços essenciais" de saúde e segurança poderão funcionar.

Apenas uma pessoa de cada núcleo familiar poderá ingressar nos estabelecimentos abertos e as indústrias poderão operar em turnos de 12 horas, exceto aquelas que produzem alimentos ou produtos farmacêuticos ou hospitalares, conforme determina o decreto, que será publicado no domingo.

Além disso, a medida estabelece fechamentos para comércio e transporte de cargas. Somente produtos de higiene, limpeza, alimentos e remédios podem ser comercializados nas dependências que possuem autorização de funcionamento, e somente serão autorizadas cargas de mercadorias consideradas essenciais.

A falta de unidades de terapia intensiva disponíveis e de oxigênio colocaram em alerta o Amazonas e sua capital, Manaus, que na quinta-feira também teve que suspender a campanha de vacinação contra a covid-19 por um dia após denúncias de fraude na administração de doses a pessoas de grupos não prioritários.

O Amazonas, com mais de 245.000 casos e quase 6.900 óbitos, tem a maior proporção de óbitos (166/100.000 habitantes) dos 26 estados brasileiros mais o Distrito Federal.

A nível nacional, o Brasil registra mais de 215.000 mortes por covid-19, com uma média de 102 mortes por 100.000 habitantes.

A virulência da segunda onda da pandemia no Amazonas pode ser decorrente de uma variante do vírus, mais contagiosa, que surgiu na região.

raa/am