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Amazon traz disputa com Visa para mercado de varejo dos EUA

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- A Amazon.com estuda migrar seu popular cartão de crédito de marca compartilhada para a Mastercard em meio a tensões com a Visa, uma disputa que já levou a varejista a banir os cartões da gigante de pagamentos a partir do ano que vem no Reino Unido.

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O cartão Amazon é um dos maiores portfólios de marca compartilhada do setor, e a empresa aproveita as negociações como forma de garantir melhores condições ao renovar o acordo com a Visa, segundo pessoas a par do assunto.

Uma mudança representaria outra investida da Amazon, que também começou a impor pequenas taxas para transações com a Visa em Singapura e na Austrália, e anunciou um acordo na semana passada com a Venmo, o que daria a consumidores americanos a opção de não usar o cartão Visa a partir de 2022.

Após a proibição no Reino Unido, um porta-voz da Visa disse que a empresa está “muito desapontada com o fato de a Amazon estar ameaçando restringir a escolha de consumidores no futuro. Quando a escolha do consumidor é limitada, ninguém ganha”. A Visa não quis comentar sobre as negociações nos EUA.

No centro da disputa: a Amazon quer pagar menos para aceitar cartões Visa.

“Acreditamos que o custo de aceitar pagamentos com cartão de crédito deve diminuir com o tempo para permitir que comerciantes reinvistam as economias em preços baixos e melhorias nas compras para clientes”, disse a Amazon em comunicado por e-mail. “No entanto, apesar dos avanços técnicos, o custo de pagamento de alguns cartões continua alto ou até mesmo aumenta.”

Analistas liderados por Sanjay Sakhrani, da Keefe Bruyette & Woods, disseram que a disputa provavelmente será resolvida com “impacto financeiro mínimo” para a Visa, mas, “claramente, não é algo positivo que a Amazon esteja tentando mudar o comportamento dos consumidores, validando assim temores de investidores relacionados ao sistema bancário aberto e outras formas alternativas de pagamento emergentes”.

A Mastercard trabalha com a Amazon há anos e continuará a desenvolver a relação, disse Michael Froman, vice-presidente do conselho e presidente de crescimento estratégico, em entrevista à margem do Bloomberg New Economy Forum, em Singapura. Ele não quis comentar as perspectivas de um cartão de crédito de marca compartilhada.

“Temos uma relação boa e duradoura com a Amazon”, disse Froman. “Não tenho nada a comentar sobre as conversas específicas atuais.”

Varejistas sempre se queixaram das taxas que precisam pagar cada vez que um consumidor usa cartões. Embora o valor possa corresponder a apenas alguns centavos por compra, comerciantes gastaram US$ 110 bilhões em taxas de processamento de cartões só no ano passado.

Com seu domínio no comércio eletrônico, a Amazon paga bilhões em tais taxas a cada ano e representa “uma porcentagem baixa de um dígito de todas as receitas da Visa com cartões de crédito domésticos”, de acordo com nota do Credit Suisse.

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