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Amazon prorroga proibição do uso de reconhecimento facial pela polícia dos EUA

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Amazon prorroga proibição do uso de reconhecimento facial pela polícia dos EUA
Amazon prorroga proibição do uso de reconhecimento facial pela polícia dos EUA

A Amazon prorrogou a proibição do uso de uma tecnologia da empresa utilizada pela polícia norte-americana para reconhecimento facial, conhecida como Rekognition. A decisão aconteceu por conta de preocupações referentes a possíveis falhas do equipamento, o que poderia deixar as análises policiais parciais.

A suspensão segue um anúncio efetuado pela empresa em junho de 2020, quando a Amazon proibiu por um ano a utilização do Rekognition justamente para dar tempo ao Congresso dos Estados Unidos na busca por regras que garantam a qualidade no reconhecimento facial.

Protestos contra violência policial

A proibição anunciada em 2020 foi motivada por uma série de protestos contra a violência policial nos Estados Unidos, principalmente em razão de casos envolvendo afro-americanos.

A suspensão segue um anúncio efetuado pela empresa em junho de 2020 em razão de possíveis falhas no reconhecimento facial. Imagem: <a href="https://www.shutterstock.com/pt/g/trismegist" rel="nofollow noopener" target="_blank" data-ylk="slk:Trismegist san" class="link rapid-noclick-resp">Trismegist san</a> / Shutterstock <br>
A suspensão segue um anúncio efetuado pela empresa em junho de 2020 em razão de possíveis falhas no reconhecimento facial. Imagem: Trismegist san / Shutterstock

À época, ativistas alegaram que o equipamento de reconhecimento facial poderia utilizar algoritmos para discriminar negros, seja intencionalmente ou não. Além do Rekognition produzido pela Amazon Web Services (AWS), estavam no alvo de protestos as câmeras de vigilância Ring, utilizadas no monitoramento de ruas.

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Agora, a Amazon aguarda que o governo norte-americano adote regras para regular a utilização de reconhecimento facial. A proibição também está sendo adotada pela Microsoft e pela IBM.

Inclusive, um grupo de ativistas entrou com um pedido diretamente na Amazon solicitando que a empresa deixe de comercializar o sistema de reconhecimento facial pelo motivo de abrir precedentes para possíveis falhas que possam comprometer a segurança dos cidadãos.

Via: Estado de Minas

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