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Amazon Flex demite funcionários por algorítmo de software

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Amazon Flex demite funcionários por algorítmo de software
Amazon Flex demite funcionários por algorítmo de software

Trabalhadores autônomos que trabalham como entregadores para o serviço de delivery Amazon Flex denunciam possíveis demissões viabilizadas por softwares de inteligência artificial que supostamente tomam decisões relativas ao Recursos Humanos.

Segundo matéria da Bloomberg, ex-funcionários e inúmeros relatórios disponibilizados na internet questionam a eficácia e o funcionamento ético processo tecnológico e algorítmico que definem demissões e quedas na avaliação dos entregadores.

A ex-funcionária Neddra Lira relatou em entrevista para a Bloomberg que sua taxa de avaliação despencou após ter que retornar pacotes para um galpão logístico da Amazon em virtude de um pneu furado.

Lira tentou questionar a empresa quanto à queda da sua avaliação. Após alguma semanas de insistência, a funcionária teve ser contrato encerrado por “violação dos termos de serviço”. Ela ainda apelar contra a decisão, mas a empresa não a ressarciu.

amazon flex
Motoristas do Amazon Flex fazem fila para retirar pacotes em um depósito da Amazon em Irvine, Califórnia, nos EUA. Fonte: Shutterstock

Há casos também como o do funcionário Stephen Normandin, que não consegui efetuar suas encomendar por encontrar portões fechados nos locais de entrega e os destinatários não respondem às mensagens no telefone.

Ele alega que em virtude dos acontecimentos sua taxa de avaliação caiu “além de um nível aceitável”, o que o levou a ser desligado da companhia.

Sofwares inteligentes de algorítmo com mínima interferência humana

Todas as denúncias feitas pelos entregadores apontam que as decisões são tomadas a partir de bots de inteligência artificial que analisam a performance dos funcionários de acordo com indicadores e taxas de avaliação.

Esses relatórios de desempenho são analisados e interpretados com o mínimo de interferência humana. Neles, são levados em consideração upload de documentos comprobatórios do início e fim do turno de trabalho, listagem de entregas, problemas de percurso e o monitoramento das taxas de avaliação do serviço.

Apesar das inúmeras denúncias e do funcionário enxergarem o sistema como problemático, a Amazon ainda não sinalizou mudanças nem preocupações quanto à situação.

“O executivos sabiam que isso iria sujar os lençóis da empresa”, afirma para a Bloomberg um ex-engenheiro que ajudou a desenvolver o Amazon Flex.

O programa foi desenvolvido em 2015 pela gigante do e-commerce mundial com o objetivo de fazer entregas rápidas para os clientes Amazon Prime.

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