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Amazon diz que segura repasse de pressão no combustível

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - A Amazon diz que sentiu nos últimos meses as oscilações no preço dos combustíveis repassado pelas transportadoras com as quais trabalha, mas, até aqui, preferiu segurar o peso, comprometendo as margens, para não repassar ao consumidor final. A empresa, que nesta semana promoveu seu grande evento de ofertas, afirma que vai esperar a variação se estabilizar antes de planejar repasse.

"Estamos assumindo esses custos com margens, observando a variação. A gasolina sobe, mas também desce. A gente está esperando esse valor estabilizar um pouco mais para saber se tem alguma coisa que precisaria mudar no nosso negócio. Esse efeito a gente sentiu nas margens, mas o cliente não sentiu ainda", diz Daniel Mazini, presidente da Amazon no Brasil.

No balanço do evento de ofertas Prime Day, a Amazon diz ter contratado 6.000 funcionários no Brasil -a maioria temporários, mas que podem se tornar permanentes, segundo Mazini.

O executivo afirma que foi a primeira vez que, em um evento dessa proporção, pequenos e médios negócios de todo o mundo ultrapassaram o varejo da própria companhia em volume de vendas.

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