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Amazon congela novas contratações por causa de queda nas vendas

Amazon instruiu os recrutadores a cancelarem as atividades de recrutamento, como telefonemas e contatos para selecionar novos candidatos
Amazon instruiu os recrutadores a cancelarem as atividades de recrutamento, como telefonemas e contatos para selecionar novos candidatos (Getty Creative)
  • Cargos suspensos na Amazon seriam para a área de negócios de varejo;

  • Empresa instruiu os recrutadores a fechar todas as vagas abertas para essas funções e recomendou que cancelassem as atividades de recrutamento;

  • Motivo principal seria a desaceleração das vendas on-line.

A Amazon decidiu congelar contratações para cargos corporativos em seus negócios de varejo para evitar uma possível recessão devido à desaceleração das vendas on-line. As informações são do jornal The New York Times.

De acordo com a reportagem, a empresa instruiu os recrutadores a fechar todas as vagas abertas para essas funções e recomendou que cancelassem as atividades de recrutamento, como telefonemas e contatos para selecionar novos candidatos.

Em um comunicado, o porta-voz da Amazon, Brad Glasser, tentou amenizar a situação e garante que a gigante do varejo continua a ter um número significativo de cargos em aberto em toda a empresa. "Temos muitos negócios diferentes em vários estágios de evolução e esperamos continuar ajustando nossas estratégias de contratação em cada um desses negócios em vários momentos”.

Uma pesquisa interna da Amazon, realizada em meados de 2021, apontou que uma crise batia à porta da gigante norte-americana do varejo online. O documento vazado, e analisado pelo Recode, do portal estadunidense Vox, mostrou que a empresa pode ficar sem contratar novos funcionários nos Estados Unidos até 2024.

A companhia fez o cálculo de trabalhadores disponíveis para cada armazém tomando por base o nível de salários e distâncias entre casa e instalações, além de outros aspectos.

No mês passado, informações do jornal espanhol El Confidencial apontaram que a Amazon tomou a decisão estratégica de suspender a construção de novos centros logísticos na Espanha pelos próximos dois anos. A ordem dada aos funcionários da empresa no país teria sido "esperar e ver".

Segundo o jornal, a decisão já foi comunicada a fornecedores e parceiros habituais da empresa e foi considerada "um balde d'água fria". A maioria dos projetos afetados pela decisão são navios que seriam incorporados à divisão de última milha, nome pelo qual são conhecidas, no jargão do setor, as instalações logísticas localizadas próximas aos grandes centros urbanos.