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América Latina pode enfrentar 'avalanche de problemas de saúde' devido à Covid, alerta Opas

·2 minuto de leitura
(Arquivo) A diretora da Opas, Carissa Etienne

A América Latina e o Caribe podem enfrentar uma "avalanche de problemas de saúde" devido às interrupções no atendimento básico provocadas pela pandemia, advertiu nesta quarta-feira a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

Atrasos na imunização de crianças, falta de exames pré-natal, acompanhamento deficiente de pacientes com doenças crônicas: as interrupções causadas pela emergência do novo vírus "têm um impacto desproporcional em nosso primeiro nível de atendimento", observou em entrevista coletiva Carissa Etienne, diretora da Opas.

Um total de 97% dos países e territórios das Américas que participaram de uma pesquisa recente relataram alterações em seus serviços, enquanto 45% deram conta de interrupções em pelo menos metade deles, segundo a Opas. Por outro lado, mais de 300.000 crianças, a maioria no Brasil e no México, não receberam as vacinas de rotina em 2020, ressaltou Carissa.

A cobertura da primeira dose da vacina contra o sarampo diminuiu 10% em oito países das Américas, incluindo Brasil, Venezuela e Panamá, e 20% no Suriname. “Se não revertermos essas tendências, corremos o risco de uma avalanche de agravamento dos problemas de saúde nas Américas”, alertou Carissa. “Em breve, a Covid-19 não será a única crise de saúde que exigirá a atenção dos países.”

Por esse motivo, a especialista recomendou alternativas no atendimento de saúde, como a telemedicina e os programas de extensão comunitária. Ela enfatizou que, mais do que nunca, investir recursos no atendimento básico da população é a "opção inteligente". "Como diz o ditado: 'É melhor prevenir do que remediar.'"

Carissa ressaltou que, apesar de a pandemia não ceder e de novas variantes surgirem, "muitos lugares relaxaram as medidas sociais e de saúde pública que se mostraram eficazes contra o vírus", como o uso de máscara e o distanciamento social em locais públicos.

“Até o momento, apenas 16,6% da população da América Latina e do Caribe foi totalmente vacinada”, lembrou a diretora, apontando que somente em países como Estados Unidos, Chile e Uruguai a cobertura vacinal é maior. “Isso significa que não podemos relaxar as medidas de saúde pública de forma alguma”, insistiu. "Por favor, lembrem-se de que ninguém estará a salvo até que todos estejam."

ad/lm/lb

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