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Alunos do Colégio Militar do Rio são filmados se aglomerando sem máscara em confraternização nesta terça

·2 min de leitura
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RIO — Um vídeo que circula em redes sociais mostra alunos do Colégio Militar do Rio de Janeiro (CMRJ) sem máscara se aglomerando numa confraternização (veja o vídeo abaixo). A instituição confirmou a autenticidade da gravação e informou que o episódio aconteceu na manhã desta terça-feira, numa comemoração de Dia das Crianças.

Segundo o CMRJ, a atividade recreativa reuniu alunos do 7° ano do ensino fundamental após uma aula de educação física. Aqueles que abandonavam o item de proteção foram observados e receberam a ordem de recolocá-lo, disse ainda o instituto, em nota.

"Cabe salientar que a equipe do posto médico do Colégio junto com os militares instrutores e monitores realizam um monitoramento e acompanhamento da situação sanitária de todos os alunos, funcionários e familiares, diariamente, e isso, somado aos protocolos de aferição da temperatura, higienização constante, uso de máscaras, aulas respeitando o distanciamento e em salas arejadas, incentivo à vacinação, entre outras, possibilitaram e permitiram o retorno às aulas desde setembro de 2020", escreve o CMRJ.

A instituição também frisa que "segue todos os protocolos estabelecidos pelos órgãos de saúde, tanto é que está há três semanas com zero casos de Covid-19", e que, durante toda a pandemia, teve "índices baixíssimos" da doença.

Coordenador da divisão do CMRJ do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe), o professor Marcelo Assunção diz que descumprimentos ao protocolo do uso de máscara são comuns na unidade, ao contrário do que diz a instituição.

— O discurso do CMRJ é bem adequado, mas as práticas não são — afirma. — As imagens de hoje mostram várias dezenas de alunos e absolutamente nenhum adulto encarregado de orientar o uso de máscaras. Inclusive, é fácil ver que as crianças sequer têm máscaras à mão. E isso não é à toa: diversos professores e funcionários do colégio não têm hábito de usar máscaras, e as crianças os veem como mau exemplo de comportamento.

Embora instituições militares sejam autônomas, o uso de máscara, mesmo em locais abertos, ainda é obrigatório no município do Rio para alunos de 3 anos ou mais, pelo protocolo sanitário para o ensino presencial elaborado pela Secretaria municipal de Saúde (SMS).

Pesquisador da Universidade de Vermont, nos Estados Unidos, e membro do Observatório Covid-19 BR, Vitor Mori avalia que o risco maior de contágio em ambientes abertos está em interações prolongadas face a face e que as máscaras tornariam o contexto mais seguro, mas pontua que o grande problema está nos espaços fechados.

— É claro que a segurança aumentaria se as pessoas estivessem de máscara, mais distantes umas das outras. Mas, ao ar livre, os riscos são muito menores. Sabemos que menos de 1% da transmissão da Covid-19 acontece ao ar livre. Nossa maior preocupação nesses espaços são interações face a face em período prolongado. Aí, sim, a gente tem um risco maior — diz.

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