Mercado abrirá em 2 h 28 min
  • BOVESPA

    111.399,91
    +2.506,91 (+2,30%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    42.895,63
    +1.116,73 (+2,67%)
     
  • PETROLEO CRU

    44,68
    +0,13 (+0,29%)
     
  • OURO

    1.825,80
    +6,90 (+0,38%)
     
  • BTC-USD

    19.280,35
    +301,09 (+1,59%)
     
  • CMC Crypto 200

    378,19
    -1,67 (-0,44%)
     
  • S&P500

    3.662,45
    +40,82 (+1,13%)
     
  • DOW JONES

    29.823,92
    +185,32 (+0,63%)
     
  • FTSE

    6.388,45
    +3,72 (+0,06%)
     
  • HANG SENG

    26.532,58
    -35,10 (-0,13%)
     
  • NIKKEI

    26.800,98
    +13,44 (+0,05%)
     
  • NASDAQ

    12.448,25
    -4,00 (-0,03%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3026
    -0,0044 (-0,07%)
     

Aluno agredido por professor será indenizado em R$ 20 mil pelo Estado de Goiás

·1 minuto de leitura
Caso aconteceu na cidade de Bom Jesus, em Goiás, em dezembro de 2017 (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Caso aconteceu na cidade de Bom Jesus, em Goiás, em dezembro de 2017 (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Um aluno que foi agredido por um professor em 2017 será indenizado pelo Estado de Goiás em R$ 20 mil. A decisão foi tomada pela juíza Patrícia Passoli Ghedin, da 2ª Vara da comarca de Bom Jesus. A informação foi revelada pelo UOL.

Na ocasião, o menino tinha 13 anos e estava no 6º ano do ensino fundamental de uma escola estadual na cidade de Bom Jesus. O professor deu uma “gravata” no aluno e tentou obriga-lo a comer uma bolinha de papel.

Informações do Tribunal de Justiça de Goiás, divulgadas pelo UOL, explicam que os alunos estavam brincando de jogar bolinha de papel durante uma aula. Uma delas atingiu o quadro, perto de onde estava o professor.

O docente, então, perguntou para os alunos o que deveria fazer com a bolinha. Um deles respondeu que o menino responsável por jogar o papel deveria comer a bolinha. O professor deu uma gravata no aluno e tentou colocar o papel na boca dele três vezes.

O pai do aluno registrou um boletim de ocorrência na Secretária de Segurança Pública e Administração Penitenciária.

Leia também

O Estado de Goiás reconheceu o ato do professor, mas, por outro lado, alegou que houve culpa do menino por comportamento inadequado na escola.

Na avaliação da juíza, o professor deveria promover “o acesso à educação aos seus alunos e, se necessário, promover as devidas repreensões dentro dos limites pedagógicos inerentes à profissão, o que não ocorreu nos autos”. Ela também avaliou que o ato foi uma humilhação pública.