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Alto funcionário do Fed prevê desaceleração da inflação nos EUA em 2022

·2 min de leitura
Bloqueios na cadeia produtiva contribuíram para o aumento de preços e prateleiras vazias, levando o Fed a se preparar para aumentar as taxas de juros (AFP/OLIVIER DOULIERY)

A disparada dos preços nos Estados Unidos, que tem afetado os consumidores nos últimos meses, deveria diminuir este ano, à medida que se resolvem os problemas de abastecimento e transporte, disse nesta sexta-feira (14) um alto funcionário do Federal Reserve (Fed, banco central americano).

O presidente do Fed de Nova York, John Williams, antecipou que prevê uma queda da inflação este ano de 2,5%, mas alertou que a pandemia de covid-19 confronta qualquer prognóstico com uma grande incerteza.

Em vista da rápida recuperação e da inflação alta, Williams admitiu que o Fed está "se aproximando de uma decisão" sobre o aumento das taxas de juros.

Com a inflação atingindo seu maior nível em quase 40 anos, o Fed já começou a eliminar o estímulo maciço injetado na maior economia do mundo para ajudar em sua recuperação da pandemia.

Muitos especialistas agora esperam que o Comitê Federal de Mercado Aberto do Fed (FOMC), que estabelece as políticas monetárias, eleve a taxa básica de juros do zero em março, com três ou inclusive quatro possíveis altas este ano.

No entanto, Williams esclareceu que a data dependerá de como a recuperação vai progredir.

"Com a desaceleração do crescimento e a resolução gradual das restrições ao abastecimento, espero que a inflação caia a cerca de 2,5% este ano, muito mais perto da meta de longo prazo de 2% do FOMC", disse em discurso no Conselho de Relações Exteriores.

"E olhando mais para frente, espero que a inflação se aproxime de 2% em 2023", acrescentou.

Os principais fatores por trás do aumento dos preços são a alta demanda e os buracos na cadeia de abastecimento devido, em parte, aos bloqueios na Ásia que obstruíram a fabricação de produtos-chave.

Embora se espere que a situação se resolva gradualmente, o funcionário do Fed alertou que a pandemia não tem precedentes e que a onda da variante ômicron continua trazendo desafios para as empresas e as famílias.

"À medida que viramos uma página no novo ano, está claro que ainda não chegamos ao fim desta história da pandemia", afirmou.

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