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Alta do PIB de 2019 é revisada de 1,4% para 1,2% com impacto de Brumadinho

·2 min de leitura
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 21.08.2019 - Still de mão segurando cédula de real, moeda brasileira. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 21.08.2019 - Still de mão segurando cédula de real, moeda brasileira. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro de 2019 teve o crescimento revisado de 1,4% para 1,2%, informou nesta sexta-feira (5) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Segundo o instituto, a alta menor decorreu, principalmente, da incorporação de novos dados sobre o impacto econômico do desastre ambiental de Brumadinho (MG), em 25 de janeiro daquele ano. À época, houve o rompimento de uma barragem da mineradora Vale no município mineiro.

Com isso, a queda da indústria extrativa mineral em 2019 passou por um forte ajuste, de -0,9% para -9,1%. O impacto dessa revisão sobre o valor adicionado bruto da indústria foi de -1 ponto percentual.

A alta de 1,2% em 2019 é a terceira em sequência do PIB. Também houve avanços em 2017 (1,3%) e 2018 (1,8%).

As altas, contudo, foram insuficientes para reverter a queda acumulada na recessão de 2015 e 2016 (-6,7%), ponderou o IBGE.

Em valores correntes, o PIB de 2019 foi de R$ 7,389 trilhões, o que corresponde ao avanço de 1,2% frente a 2018.

Já o PIB per capita, que divide o valor da produção pela população, alcançou R$ 35.161,70 em 2019, uma alta de 0,4% frente ao ano anterior.

Os resultados integram o Sistema de Contas Nacionais com recorte anual. Segundo o IBGE, o levantamento agrega novos dados do instituto e de fontes externas, mais amplos e detalhados, na comparação com as Contas Nacionais Trimestrais, que retratam o desempenho do PIB a cada três meses.

A consolidação dos resultados costuma ocorrer dois anos após o período de referência —no caso de 2019, a revisão foi feita em 2021.

De acordo com o instituto, o setor de serviços, o principal sob a ótica da oferta, cresceu 1,5% em 2019. A agropecuária também ficou no azul, com avanço de 0,4%.

A indústria, por sua vez, amargou baixa de 0,7%, impactada pelo desastre de Brumadinho.

Pelo viés da demanda, o consumo das famílias cresceu 2,6% em 2019. Já a despesa de consumo final do governo recuou 0,5%.

Os investimentos na economia brasileira, medidos pelo indicador de FBCF (Formação Bruta de Capital Fixo), avançaram 4%. Foi o segundo resultado positivo depois de quatro anos seguidos no vermelho.

Após o crescimento de 1,2% em 2019, a economia brasileira mergulhou em uma nova fase de dificuldades, com a chegada da pandemia de Covid-19 em 2020.

Números já divulgados pelo IBGE indicam que o PIB encolheu 4,1% no ano passado. Foi o maior tombo na série histórica atual, com dados desde 1996.

Para complicar a situação, o desempenho econômico segue emitindo sinais de fragilidade em 2021, em meio a reflexos da pandemia, crise política e incertezas fiscais.

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