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Alta do PIB de 2019 é revisada de 1,4% para 1,2% com impacto de Brumadinho

·1 min de leitura
*ARQUIVO* BRUMADINHO, MG, 22.01.2020 - Vista aérea da lama do Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG). No próximo sábado, completa um ano da tragédia da Vale em Brumadinho. (Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress)
*ARQUIVO* BRUMADINHO, MG, 22.01.2020 - Vista aérea da lama do Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG). No próximo sábado, completa um ano da tragédia da Vale em Brumadinho. (Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress)

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro de 2019 teve o crescimento revisado de 1,4% para 1,2%, informou nesta sexta-feira (5) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Segundo o instituto, a revisão decorreu, principalmente, da incorporação de novos dados sobre o impacto econômico do rompimento da barragem de Brumadinho (MG), em 25 de janeiro daquele ano.

Com isso, a queda da indústria extrativa mineral passou por um forte ajuste, de -0,9% para -9,1%. O impacto dessa revisão sobre a taxa de crescimento do valor adicionado bruto da indústria foi de -1 ponto percentual.

A alta de 1,2% em 2019 é a terceira em sequência do PIB. Também houve avanços em 2018 (1,8%) e 2017 (1,3%).

As altas, contudo, foram insuficientes para reverter a queda acumulada na recessão de 2015 e 2016 (-6,7%), ponderou o IBGE.

Em valores correntes, o PIB de 2019 foi de R$ 7,389 trilhões, o que corresponde ao avanço de 1,2% frente a 2018.

Já o PIB per capita, que divide o valor da produção pela população, alcançou R$ 35.161,70, uma alta de 0,4% frente ao ano anterior.

Após o crescimento em 2019, a economia brasileira mergulhou em uma nova fase de dificuldades, com a chegada da pandemia de Covid-19.

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