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Alta do petróleo deve cessar com riscos de recessão minimizando oferta apertada

Homem fotografa plataforma da Shell em Hartlepool no Reino Unido

Por Brijesh Patel

(Reuters) - A alta nos preços do petróleo pode ser freada à medida que temores de recessão e surtos de Covid na China diminuem a demanda e reduzem os riscos de problemas no fornecimento por causa das sanções à Rússia e das restrições de produção da OPEP+, mostrou uma pesquisa da Reuters nesta sexta-feira.

Uma pesquisa com 35 economistas e analistas prevê que o petróleo Brent chegaria a uma média de 105,75 dólares por barril em 2022, abaixo da previsão de 106,82 dólares em junho, marcando a primeira revisão para baixo na pesquisa mensal desde abril.

O benchmark global tem uma média de cerca de US$ 105 por barril neste ano.

"O foco está se afastando um pouco das interrupções no fornecimento para a destruição da demanda de petróleo devido à recessão global medos", disse Edward Moya, analista sênior da OANDA.

A previsão de crescimento da demanda para este ano também foi reduzida para uma faixa de 1,4 a 2,5 milhões de barris por dia (bpd) ante 2,3-5 milhões de bpd na pesquisa anterior.

Os rápidos aumentos das taxas de juros dos principais bancos centrais e as restrições de viagem na China, o maior importador do mundo de petróleo, azedaram as perspectivas de demanda, disseram analistas.

No entanto, as sanções ocidentais aos produtores russos de petróleo e da OPEP+, que mantêm um controle sobre a oferta, colocarão um piso nos preços, observaram analistas.

"Ainda achamos que a guerra na Ucrânia e o mercado apertado vão impulsionar os preços no curto prazo, com o preço do Brent datado sendo negociado na faixa de US$ 100-120/barril pelo resto do ano", disse Matthew Sherwood, analista de commodities na EIU.

O petróleo bruto dos EUA CLc1 foi visto com média de US$ 101,28 por barril em 2022, abaixo do consenso de US$ 102,82 de junho.

A próxima reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados, incluindo a Rússia, juntos chamados OPEP+, está marcada para 3 de agosto e será observada de perto, pois seu atual pacto de produção expira em setembro e os Estados Unidos intensificaram os pedidos por mais produção.

((Tradução Redação São Paulo 55 11 56447751))REUTERS

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