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Alta de juros deve prejudicar fôlego de empresas para pagar dívidas, diz Serasa

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***ARQUIVO***São Paulo, SP, Brasil, 08-02-2019: Still Mercado. Calculadora cinentífica. (foto Gabriel Cabral/Folhapress)
***ARQUIVO***São Paulo, SP, Brasil, 08-02-2019: Still Mercado. Calculadora cinentífica. (foto Gabriel Cabral/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Serasa Experian registrou o início de uma recuperação no fôlego das empresas para colocar as contas em dia depois do período mais turbulento da pandemia. Até julho, mais de 49% das dívidas foram pagas em até 60 dias após a negativação, ante 46% no mesmo período de 2020.

O setor de utilities, que reúne serviços como água, gás e energia, saiu na frente com um índice de 60,5% de valores recuperados. Depois, aparecem bancos e cartões (50,6%) e varejo (50%), segundo a Serasa. Hoje, cerca de 5,8 milhões de empresas estão inadimplentes, número que tem se mantido estável.

Para o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, o respiro está relacionado à reabertura da economia e aos recursos destinados a micro e pequenas empresas, como o Pronampe. O movimento de fim de ano, com 13º salário, vendas de Natal e contratações temporárias, também devem colaborar.

No entanto, na avaliação de Rabi, será difícil manter o ritmo de recuperação, principalmente a partir do ano que vem, por causa do cenário econômico deteriorado e da alta nos juros.

"A taxa de juros é um componente importante, tanto da inadimplência quanto da performance da empresa para conseguir honrar ou renegociar uma dívida que está atrasada", diz.

Segundo o economista, os setores que dependem do crédito para vender seus produtos, como automotivo e imobiliário, devem ter mais dificuldade para pagar suas dívidas. Já aqueles ligados à exportação e ao consumo de itens básicos, como supermercados, devem ser menos prejudicados.

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