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Allianz avalia reduzir exposição a ativos de empresas poluentes

Stephan Kahl
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A Allianz, que controla a Pacific Investment Management Co., pode cortar investimentos em ações e títulos emitidos por empresas intensivas em emissões como forma de se afastar de negócios que contribuem para o aquecimento global.

A maior seguradora da Europa quer reduzir as emissões de gases de efeito estufa em seus portfólios de ações e títulos corporativos em 25% nos próximos cinco anos, de acordo com Guenther Thallinger, membro do conselho. A iniciativa vai se concentrar em investimentos corporativos, incluindo geração de energia, transporte e montadoras, disse.

Como parte da estratégia, a Allianz inicialmente incentivará empresas a adotarem políticas mais ecológicas, disse Thallinger em entrevista. “No entanto, pode haver alguns investimentos que não mostram evolução suficiente em direção aos nossos objetivos e nos quais teremos que reduzir nossa alocação”, acrescentou.

A Allianz pertence a um grupo de seguradoras e fundos de pensão que se comprometeram a administrar carteiras de investimento neutras em carbono até 2050 como parte da Net-Zero Asset Owner Alliance.

A iniciativa reflete a tendência crescente de considerar questões ambientais, sociais e de governança ao alocar capital. Mobilizar mercados para apoiar a transição para um mundo de baixo carbono estava entre os principais objetivos do acordo climático de Paris de 2015.

A Allianz não deixará necessariamente setores inteiros, pois sempre há algumas empresas com avanços, disse Thallinger. A empresa quer comprar mais ativos que já sejam neutros em clima ou que contribuem para a redução do aquecimento global, disse. As decisões de investimento serão aplicadas apenas ao próprio portfólio da Allianz, e não a ativos que administra para terceiros.

A promessa de reduzir as emissões em 25% até 2025 em comparação com o final de 2019, anunciada na quinta-feira, é um primeiro passo para zerar as emissões até 2050, disse Thallinger. A Allianz também pretende alinhar todos os investimentos imobiliários e outras classes de ativos com as metas de limitar o aquecimento global, afirmou.

A empresa tinha 2,3 trilhões de euros (US$ 2,8 trilhões) em ativos sob gestão no final do terceiro trimestre, mas apenas cerca de 600 bilhões de euros pertenciam à Allianz. Investimentos adicionais elevam os ativos totais da seguradora para cerca de 800 bilhões de euros.

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