Alimentos puxam para baixo IPC-S da 1ª quadrissemana

A classe dos Alimentos pressionou para baixo o Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) da primeira quadrissemana de novembro, divulgado nesta quinta-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Dos cinco itens que tiveram as maiores influências negativas quando comparados ao período anterior, encerrado em 31 de outubro, quatro compõem essa classe: tomate (de -16,40% para -18,35%), cenoura (de -18,96% para -20,45%), cebola (de -2,95% para -7,25%) e carne moída (de 0,33% para -1,79%). Completa a lista a tarifa de eletricidade residencial (de -0,52% para -0,31%). Na primeira quadrissemana do mês, o IPC-S ficou em 0,43%. Na quadrissemana anterior, a alta dos preços havia sido de 0,48%.

Já os cinco itens que apresentaram as maiores influências positivas na primeira quadrissemana de novembro, também na comparação com o período anterior, foram gasolina (de 1,42% para 1,63%), refeições em bares e restaurantes (de 0,55% para 0,51%), aluguel residencial (de 0,65% para 0,63%), arroz (de 8,77% para 7,73%) e plano e seguro de saúde (de 0,64% para 0,64%).

Apresentaram decréscimo em suas taxas de variação na comparação com a quadrissemana que encerrou o mês de outubro seis das oito classes de despesas que compõem o IPC-S: Vestuário (de 0,78% para 0,42%), Alimentação (de 0,67% para 0,59%), Comunicação (de 0,45% para 0,28%), Habitação (de 0,36% para 0,32%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,48% para 0,44%) e Despesas Diversas (de 0,39% para 0,38%).

Nessas classes de despesa, destaque para as variações dos itens calçados (de 1,05% para 0,06%), carnes bovinas (de 1,06% para 0,27%), pacotes de telefonia fixa e internet (de -0,10% para -0,54%), empregados domésticos (de 0,67% para 0,41%), artigos de higiene e cuidado pessoal (de 0,53% para 0,22%) e alimento para animais domésticos (de 1,12% para 0,74%).

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