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Alibaba registra queda de 81% no lucro no 2º trimestre fiscal

·3 min de leitura

Nesta quarta-feira (18), o Alibaba registrou a maior queda na receita desde sua estreia na bolsa de valores em 2014. O lucro líquido caiu 81% no segundo trimestre, ao mesmo tempo que a concorrência doméstica aumentou, o consumo desacelerou e Pequim endureceu suas regras antimonopólio com o aumento da repressão regulatória às gigantes de tecnologia do país.

A empresa de Jack Ma obteve um lucro de 5,37 bilhões de yuans (cerca de R$ 4,7 bilhões), comparado aos 28,7 bilhões de yuans (aproximadamente de R$ 25 bilhões) obtidos no mesmo período do ano anterior, uma queda bastante significativa impulsionada por diversos fatores, sobretudo, devido a pressão fiscal exercida pelas autoridades chinesas.

Considerada como uma das varejistas mais valiosas do mundo, o Alibaba foi um dos primeiros alvos das pressões regulatórias do governo chinês e chegou a ser multado em US$ 2,8 bilhões (R$ 15,5 bilhões) por adotar práticas monopolistas em abril deste ano, além de ter o IPO (sigla para "Initial Public Offering", ou oferta inicial de ações) da fintech afiliada, Ant Group, cancelado.

Outros grandes nomes da China, também têm sido pressionados pelos órgãos reguladores do país. A Didi Chuxing, dona da 99 foi acusada de monopólio assim como o Alibaba, a Tencent teve seu crescimento prejudicado devido a repressão de Pequim contra jogos e mídias sociais, e as empresas de educação à distância New Oriental Education e TAL Education tiveram que rever seus modelos de negócios após a implementação da nova lei para reduzir a pressão escolar sobre os estudantes.

Alibaba tem enfretando concorrência forte de outro gigante chinês, o JD.com (Imagem: Reprodução/Reuters)
Alibaba tem enfretando concorrência forte de outro gigante chinês, o JD.com (Imagem: Reprodução/Reuters)

Em termos de concorrência, o Alibaba tem enfrentado intensa disputa de mercado com outra gigante do varejo online na China, a JD.com, mas também com novos players como a Pinduoduo e até mesmo empresas de mídia social como o Douyin (Versão chinesa do TikTok) da ByteDance.

Apesar da desaceleração, na semana passada, a varejista quebrou o recorde anterior de vendas durante seu evento anual de compras on-line do Dia dos Solteiros ou “Double Eleven", que ocorre sempre no dia 11 de novembro.

Além disso, o Alibaba informou no início do ano que continuaria fazendo investimentos no Taobao Deals, um serviço de comércio eletrônico voltado para cidades de baixa renda, e iniciativas de varejo offline e na Ele.me, serviço de entrega de alimentos, focando nas cidades de porte menor.

"Neste trimestre, o Alibaba continuou a investir firmemente em três pilares estratégicos, no consumo doméstico, na globalização e na computação em nuvem para estabelecer bases sólidas para a meta de crescimento sustentável da empresa no futuro", disse o CEO Daniel Zhang em uma declaração.

A computação em nuvem é uma área que tem atraído a atenção dos investidores e cresceu 33% em relação ao ano anterior para 20 bilhões de yuans (cerca de R_jobs(data.conteudo)nbsp;17,4 bilhões). O EBITDA (sigla para "earnings before interest, taxes, depreciation and amortization", em inglês) ajustado para o segmento foi de 396 milhões de yuans (cerca de R$ 345 milhões) contra uma perda de 567 milhões de yuans (cerca de R$ 494 milhões) no mesmo período do ano passado.

O EBITDA ajustado representa o lucro ou prejuízo líquido antes do resultado financeiro líquido, imposto de renda e contribuição social, depreciação e amortização, participações minoritárias e equivalência patrimonial de uma empresa.

Fonte: Canaltech

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