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Alibaba lança site para comercialização de NFTs baseados em direitos autorais

·3 minuto de leitura

Com as criptos em alta, gigantes do comércio mundial começam a enxergar potencial de lucro na comercialização dos tokens não fungíveis (NFTs) e novos caminhos para uso da tecnologia. Os chineses do Alibaba Group Holding lançaram um site para compra e venda de NFTs com base em marcas empresariais e propriedade intelectual.

O mercado foi chamado de Blockchain Digital Copyright and Asset-Trade e será parte do ecossistema de leilões do Alibaba. Os tokens somente serão emitidos em uma plataforma criada especificamente para este fim, que usa a tecnologia de registro distribuído (DLT) e é operada pelo Sichuan Blockchain Association Copyright Committee. Os chineses devem competir com outras grandes companhias do setor, como a Crypto.com e a FTX, ambas com bastante tradição, além de sites especializados, como o OpenSea e o Rarible.

O grupo chinês entra de cabeça no mundo dos NFTs (Imagem: Divulgação/Alibaba)
O grupo chinês entra de cabeça no mundo dos NFTs (Imagem: Divulgação/Alibaba)

A ideia é centralizar projetos de escritores, músicos, artistas gráficos e desenvolvedores de jogos, todos com apenas uma coisa em comum: o desejo de ter seus copyrights garantidos por meio do sistema de blockchain. Interessados em adentrar na plataforma devem fazer um depósito de 500 yuans (cerca de R$ 400) para participar dos leilões, que começam com um preço de reserva de US$ 15 (R$ 115) e pode chegar até onde o comprador estiver disposto a pagar.

As coleções adquiridas serão visualizadas por intermédio do aplicativo de portfólio de criptomoedas Bit Universo, integrado ao WeChat, considerado o "WhatsApp da China" e a maior plataforma social do país. Como são arquivos puramente digitais, não há ainda outra forma de transpô-los para o ambiente físico, por isso não espere receber uma cópia de um quadro na sua casa.

NFTs em constante expansão

Com os NFTs, os proprietários passam a deter os direitos sobre aquela obra adquirida e são responsáveis por dar a destinação que quiserem. O dispositivo não impede cópias, mas garante a autenticidade, o que é fundamental quando se trata de criações intelectuais.

O sistema de tokens encontra solo bastante fértil na indústria fonográfica, já que os cantores e bandas podem comercializar suas produções por intermédio do modelo. Assim, apenas alguns felizardos teriam conteúdos exclusivos, como canções autorais, clipes ou autógrafos do seu cantor favorito.

A banda Kings of Leon já vendeu seu álbum por NFT (Imagem: Divulgação/Kings of Leon)
A banda Kings of Leon já vendeu seu álbum por NFT (Imagem: Divulgação/Kings of Leon)

No mercado de games, essa sistemática já se mostrou bastante sólida e rentável. Um exemplo é o Axie Infinity, popular game baseado em NFT que tem gerado riqueza em diversas partes do mundo. Há também dezenas de projetos já em funcionamento e centenas em vias de conclusão, com gêneros e estilos distintos — desde simples jogos baseados em navegador até complexos MMORPGs.

Embora este seja o maior anúncio do segmento na Alibaba, outras subsidiárias da companhia já adotam essa tecnologia há algum tempo. Em julho, segundo o site Cointelegraph, a Alibaba Taobao, plataforma de comércio eletrônico, fez um imenso festival anual dedicado a quem atua no mercado e leiloou imóveis em NFT criados pelo artista chinês Huang Heshan.

Um mês antes, conforme relato do portal Bezinga, cerca de 16 mil cópias de NFTs de duas obras de arte foram vendidas na plataforma de pagamento Alipay, do Ant Group e subsidiária do Alibaba, em poucas horas. O South China Morning Post, jornal pertencente ao grupo, também lançou seu próprio projeto NFT chamado ARTIFACT, com uma reunião de momentos históricos relatados pela publicação e forma de arquivos digitais únicos.

Fonte: Canaltech

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