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Algoritmo da pesquisa do Google levará em conta "experiência da página"; entenda

Alveni Lisboa
·3 minuto de leitura

O Google forneceu hoje mais detalhes sobre como funcionará a próxima atualização do seu algoritmo para posicionamento de sites na busca orgânica. No ano passado, a empresa havia anunciado que o principal fator seria a “experiência da página”, mas nunca chegou a detalhar exatamente o que isso significava ou quando a mudança começaria a vigorar.

Agora, finalmente, mais informações foram reveladas para ajudar os produtores de conteúdo a terem um site melhor posicionado. A busca vai considerar os chamados Core Web Vitals: a velocidade (tempo de carregamento), a capacidade de resposta (interatividade da página) e a estabilidade visual (se os elementos se ajustam corretamente na página).

Segundo a gigante das buscas, estes são os três fatores básicos da web para fornecer uma experiência incrível para o usuário em uma página. Os dispositivos móveis, como celulares e tablets, continuam em alta, por isso serão o principal fator de desempate.

O Google reforça que esta será uma mudança gradual e monitorada de perto para evitar problemas inesperados. A expectativa é que a “experiência da página” comece a ser considerada no sistema de classificação a partir de meados de junho até o lançamento final em agosto.

Novo Search Console

O Search Console será atualizado para trazer o novo relatório de experiência e considerar também outros componentes da página, como o uso do HTTPS, a ausência de elementos sobrepostos, a transmissão segura de dados e a compatibilidade total com dispositivos móveis. O relatório também contará com novos filtros e mais opções de customização.

(Imagem: Divulgação/Google)
(Imagem: Divulgação/Google)

Além de detectar fatores já comuns para a maioria dos gestores de sites, como problemas de segurança e HTTPS, a empresa passará a mostrar o percentual de otimização da experiência da página. Confira algumas métricas destacadas pelo Google que influenmciam na pontuação:

  • Velocidade: o site deve começar a carregar em 2,5 segundos ou menos;

  • Capacidade de resposta: o usuário deve ser capaz de interagir com a página em até 100 milissegundos após aberta;

  • Estabilidade visual: esta é a métrica mais complexa de compreender e dependerá do resultado mostrado no Google. Para ser considerada boa, a página deve manter o número inferior a 0,1.

Para cada uma das métricas acima, a empresa recomenda um alcance de ao menos 75% desses números para desktop e mobile. Por enquanto, não serão necessárias mudanças drásticas nos sites. Quem já tem uma página otimizada deve se concentrar apenas em mantê-la o mais ajustada possível.

Além desta ferramenta, o Chrome User Experience Report e o PageSpeed Insights também terão dicas e recomendações para tornar o Core Web Vitals melhor.

SXG e fim do AMP

O Google também anunciou hoje a disponibilidade para todas as páginas da web da tecnologia SXG (Signed HTTP Exchange). De modo simplificado, essa novidade autoriza o uso de técnicas de pré-carregamento de recursos de páginas, como HTML, JavaScript e CSS, o que garante um acesso mais rápido ao conteúdo.

Os navegadores compatíveis com o SXG devem permitir esse carregamento antecipado de forma nativa. Portanto, será preciso carregá-los apenas na primeira vez que acessar determinada página — quando retornar, tudo já será reaberto automaticamente. Com isso, o usuário consegue usar tais recursos das páginas de forma offline, por exemplo.

O Google deixará de exibir o ícone do AMP e ele terá menos destaque na busca (Imagem: Reprodução/Google)
O Google deixará de exibir o ícone do AMP e ele terá menos destaque na busca (Imagem: Reprodução/Google)

Além da atualização do algoritmo, o mecanismo de busca deve trazer mudanças para o usuário. O carrossel de novidades principais não estará mais limitado ao conteúdo AMP, o que deve abranger também o Google Notícias e os aplicativos para dispositivos móveis. Isso significa que sites que não usam AMP poderão ser marcados como relevantes, a depender da pontuação do Core Web Vitals — isso poderá qualificá-lo para aparecer no carrossel de destaque. O Google deve remover o ícone de raio para marcar o conteúdo diferenciado, já que ele não é mais tão relevante assim.

O que achou das novidades do Google? Acredita que elas terão impacto no posicionamento dos sites? Comente com a sua opinião no campo logo abaixo.

Fonte: Canaltech

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