Mercado fechado
  • BOVESPA

    122.979,96
    +42,09 (+0,03%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.789,31
    +417,33 (+0,85%)
     
  • PETROLEO CRU

    65,29
    -0,20 (-0,31%)
     
  • OURO

    1.871,50
    +3,50 (+0,19%)
     
  • BTC-USD

    43.175,98
    -439,35 (-1,01%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.206,81
    -46,33 (-3,70%)
     
  • S&P500

    4.127,83
    -35,46 (-0,85%)
     
  • DOW JONES

    34.060,66
    -267,13 (-0,78%)
     
  • FTSE

    7.034,24
    +1,39 (+0,02%)
     
  • HANG SENG

    28.593,81
    +399,72 (+1,42%)
     
  • NIKKEI

    28.406,84
    +582,01 (+2,09%)
     
  • NASDAQ

    13.199,25
    -12,75 (-0,10%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4310
    +0,0009 (+0,01%)
     

Algoritmo criam “sonar de morcego” para smartphones monitorarem ambientes

Gabriel Daros
·1 minuto de leitura
Algoritmo criam “sonar de morcego” para smartphones monitorarem ambientes
Algoritmo criam “sonar de morcego” para smartphones monitorarem ambientes

Pesquisadores da Universidade de Glasgow criaram um algoritmo capaz de criar imagens a partir de sons e, a partir delas, monitorar ambientes com a captação de áudio de um computador ou smartphone. O programa utiliza machine learning para estudar ecos e, assim, produzir a detecção do ambiente, tal como um sonar — ou um morcego.

O estudo foi publicado pelos doutores em Ciência da Computação, Alex Turpin e Valentin Kapitany, de Física e Astrologia. Segundo os cientistas, a tecnologia poderá ser utilizada para cuidar pacientes em atendimento domiciliar, ou, ainda, vigiar ambientes para detecção de ladrões.

De acordo com Turpin, o algoritmo que permite monitorar ambientes via smartphone se diferencia dos outros presentes no mercado atual por dois motivos. “Em primeiro lugar, ele precisa de dados de apenas um dispositivo — o microfone ou antena — para criar imagens tridimensionais,” explica. “Além disso, acreditamos que o algoritmo que desenvolvemos pode tornar qualquer aparelho com ambos esses componentes num dispositivo de ecolocalização.”

Assim como um morcego, o programa utiliza a ecolocalização para emissão de ondas de som que refletem nos objetos e criam noção espacial. A medida que objetos se movem no lugar, a refração também se modifica, e o algoritmo detecta as novas posições, atualizando a imagem do ambiente.

Basicamente, o algoritmo transforma o aparelho em um sonar. O recurso não parece ser tão preciso quanto o LiDAR, que utiliza luz para detecção do ambiente, mas sua vantagem está no baixo custo de implementação, já que os aparelhos convencionais hoje vêm com antenas e microfones. Além da função de monitorar ambientes por smartphones e desktops, os dois cientistas estimam que o recurso tenha outras utilidades comerciais. A tecnologia pode ser utilizada na redução de custos de projeções 3D.

Via TheNextWeb

Imagem: HitchHike/Pexels/CC