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Alemanha perderia quase 5% do PIB se Rússia cortar gás, diz FMI

(Bloomberg) -- A Alemanha corre o risco de perder 4,8% do PIB se a Rússia interromper o fornecimento de gás natural ao país, alertou o Fundo Monetário Internacional.

A maior parte do impacto se materializaria no próximo ano, causado por cortes na produção e danos à confiança econômica, disseram pesquisadores da instituição com sede em Washington em um relatório. A inflação pode aumentar cerca de 2 pontos percentuais em média em 2022 e 2023, disseram.

“O fechamento do gás russo teria efeitos consideráveis na atividade econômica alemã”, disseram os pesquisadores Ting Lan, Galen Sher e Jing Zhou. “Essas perdas econômicas seriam permanentes no sentido de que não seriam ‘alcançadas’ pelo adiamento da produção, consumo ou investimento para anos subsequentes.”

O presidente russo Vladimir Putin sinalizou esta semana que a Europa começará a obter gás novamente através de um gasoduto fundamental, mas alertou que, a menos que uma disputa sobre equipamentos sancionadas seja resolvida, os fluxos serão fortemente restringidos.

Embora as autoridades alemãs tenham tomado medidas importantes para mitigar o impacto, mais pode ser feito para promover maior eficiência energética, disse o FMI. O menor consumo das famílias, por exemplo, reduzindo as temperaturas de aquecimento durante o inverno, também ajudaria significativamente a limitar o impacto, disseram.

À luz desses riscos, os funcionários do FMI sugeriram que o governo alemão deveria permanecer flexível na política fiscal e considerar ativar a isenção de seus limites de gastos constitucionais por mais um ano se os riscos negativos se materializarem.

O ministro das finanças Christian Lindner tem argumentado frequentemente que a Alemanha e seus pares na zona do euro deveriam reduzir os gastos públicos para evitar alimentar a inflação que está atualmente em mais de quatro vezes a meta de 2% do Banco Central Europeu. Autoridades familiarizadas com o assunto disseram que o país abandonará seu plano de retornar aos limites estritos de endividamento público no ano que vem se a Rússia interromper o fluxo de gás.

Enquanto isso, a Alemanha está aumentando os gastos por meio de fundos especiais para acelerar a transição energética e reforçar suas forças armadas. O uso de tais veículos de financiamento deve ser minimizado para proteger a credibilidade do arcabouço fiscal do país, disse o FMI.

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©2022 Bloomberg L.P.

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