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Alemã TES quer ser maior do mundo em projetos de hidrogênio

Por Marwa Rashad

LONDRES (Reuters) - A alemã Tree Energy Solutions (TES) planeja criar o maior portfólio de projetos de hidrogênio do mundo até 2030, buscando mudar a "maneira antiga de se pensar energia", afirmou o novo presidente-executivo da companhia.

A TES, apoiada pela belga AtlasInvest, está adotando novas tecnologias que usam o hidrogênio na produção de metano sintético, tornando mais simples a transferência para a infraestrutura da companhia a ser construída na Europa.

Uma rede de fornecimento de hidrogênio pode impulsionar a segurança energética da Europa no momento em que o continente busca reduzir a dependência do gás russo.

"Como a Tesla está mudando a forma de se pensar veículos, queremos que a TES mude a forma de se pensar energia", disse Marco Alvera, ex-presidente do grupo italiano de gasodutos Snam, dizendo que os projetos vão envolver bilhões de dólares.

As preocupações em torno do hidrogênio são o custo e a dificuldade de transportar, já que requer temperaturas muito menores que as do gás natural liquefeito (GNL), além de riscos de vazamento e incêndio. A conversão do hidrogênio em amônia é uma das soluções para minimizar os riscos.

Para a TES, os planos envolvem unir CO2 e hidrogênio para criar metano sintético, que pode ser despachado para instalações na Europa e oferece uma fonte barata de energia renovável ao ter um custo estimado de 25 dólares por megawatt/hora (MWh).

Um barril de petróleo custa cerca de 70 dólares por MWh, e o gás natural, 80 dólares. Com isso, apesar do investimento ser muito alto, as despesas com operação do hidrogênio serão menores, disse o executivo.

"O mundo hoje concorda que o hidrogênio será entre 15% a 35% do mix de energia limpa e isso vai exigir bilhões de dólares de investimento em infraestrutura", disse Alvera.

A TES está conversando com potenciais produtores no Oriente Médio e na região do Golfo do México para usar infraestrutura atual de GNL no transporte do metano sintético, disse o co-presidente do conselho de administração, Paul van Poecke.

Ele afirmou que acordos potenciais podem ser anunciados até o final deste ano ou início de 2023.

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