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Alcolumbre trabalha nos bastidores para "esfriar" protestos do dia 15

(Foto: Reuters)

Foi bastante comentado nos corredores do Congresso o “sumiço” do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Na verdade, a falta de declarações públicas a respeito da crise dos últimos dias envolvendo Jair Bolsonaro, Parlamento e Supremo Tribunal Federal.

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Alcolumbre não se pronunciou sobre a convocação, por parte do presidente Bolsonaro, de aliados para os protestos contra o Congresso marcados para 15 de março.

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Segundo o colunista do UOL, Tales Faria, desde que a jornalista Vera Magalhães, de O Estado de S.Paulo, revelou as mensagens de Bolsonaro, Alcolumbre tenta costurar um acordo entre Planalto e Congresso para esvaziar os atos bolsonaristas.

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Na terça de Carnaval, Alcolumbre conversou sobre o assunto com Bolsonaro,  Rodrigo Maia e Dias Toffoli. Pediu “moderação" a todos. Esse possível acordo envolve a votação dos vetos do presidente a Lei Orçamentária Anual aprovada pelo Congresso, especialmente quanto à execução de emendas do relator-geral, deputado Domingos Neto (PSD-CE). São R$ 30 bi que seriam distribuídos a parlamentares, ficando o Executivo obrigado a liberar essa verba.

Neto, em conversa com Tales Faria, disse que continua defendendo que R$ 15 bilhões fossem para as emendas e outra metade o Planalto poderia gastar como quisesse.