Mercado fechará em 1 h 58 min
  • BOVESPA

    111.719,25
    +809,64 (+0,73%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.515,78
    +341,72 (+0,68%)
     
  • PETROLEO CRU

    80,56
    +2,36 (+3,02%)
     
  • OURO

    1.767,00
    +3,30 (+0,19%)
     
  • BTC-USD

    16.863,71
    +451,36 (+2,75%)
     
  • CMC Crypto 200

    400,68
    -0,02 (-0,00%)
     
  • S&P500

    3.954,29
    -3,34 (-0,08%)
     
  • DOW JONES

    33.703,15
    -149,38 (-0,44%)
     
  • FTSE

    7.573,05
    +61,05 (+0,81%)
     
  • HANG SENG

    18.597,23
    +392,55 (+2,16%)
     
  • NIKKEI

    27.968,99
    -58,85 (-0,21%)
     
  • NASDAQ

    11.566,75
    +42,00 (+0,36%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,4221
    -0,0345 (-0,63%)
     

Alckmin anuncia Mantega na equipe de transição, na área de Planejamento e Orçamento

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), anunciou nesta quinta-feira (10) o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega como integrante do grupo técnico responsável pelo planejamento, orçamento e gestão na equipe de transição.

O anúncio foi feito no auditório do CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), onde está a sede do governo de transição.

Mantega foi o mais longevo comandante da economia na história do Brasil, ocupando Ministério da Fazenda de março de 2006 a janeiro de 2015, nos governos de Lula e Dilma Rousseff (PT). Antes, ele presidiu o BNDES, na primeira gestão do petista.

Para o grupo, também foram anunciados o deputado federal Enio Verri (PT-PR), a professora da UFRJ Esther Dweck e Antônio Correia Lacerda, presidente do Conselho Federal de Economia.

O vice-presidente eleito anunciou integrantes de outros cinco grupos técnicos de transição: comunicação, direitos humanos, igualdade racial, mulheres, e indústria, comércio e pequenas empresas.

Na comunicação, a equipe do governo eleito indicou o petista Paulo Bernardo, ex-ministro das Comunicações de Dilma Rousseff. Também integrarão esse grupo o ex-deputado federal Jorge Bittar (RJ), Cézar Alvarez, ex-secretário da pasta, e Alessandra Orofino, especialista em economia e direitos humanos.

Na equipe de indústria e comércio, foram anunciados sete nomes, além de Germano Rigotto (MDB), ex-governador do Rio Grande do Sul e coordenador do plano de governo de Simone Tebet, que já era sabido. Vão compor o grupo técnico Jackson Schneider, executivo da Embraer e ex-presidente da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), Rafael Lucchesi, do Senai Nacional, e o deputado federal Marcelo Ramos (PSD-AM).

Haverá ainda um subgrupo sobre micro e pequenas empresas, que contará com o apoio de Tatiana Conceição Valente, especialista em economia solidária, Paulo Okamotto, ex-presidente do Sebrae, André Ceciliano, candidato derrotado ao Senado pelo PT no Rio, e Paulo Feldmann, professor da USP.

Também foi anunciada Nilma Lino Gomes, ex-ministra de Mulheres e Igualdade Racial, que estará no grupo técnico de igualdade racial. Integrarão esta equipe ainda Givânia Maria Silva, quilombola e doutora em sociologia, Thiago Tobias, integrante da coalizão negra e advogado, Iêda Leal, do Movimento Negro Unificado, Douglas Belchior, historiador, cofundador da Uneafro Brasil e da Coalizão Negra Por Direitos; Martvs das Chafas, secretário de planejamento de Juiz de Fora, e Janice Ferreira da Silva, mais conhecida como Preta Ferreira, integrante do Movimento Sem Teto do Centro e da Frente de Luta por Moradia, da cidade de São Paulo.

Outra ex-ministra que integrará a transição é Eleonora Menecucci, de Políticas para Mulheres no governo Dilma. Ela atuará no grupo técnico do mesmo tema, ao lado de Anielle Franco, ativista e irmã da vereadora assassinada Marielle Franco, Roseli Faria, economista, Roberta Eugênio, mestre em direito, Maria Helena Guarezi, ex-diretora de Itaipu, e Aparecida Gonçalves, ex-secretária nacional da violência contra a mulher em Minas Gerais.

No grupo técnico de direitos humanos, estão escalados o deputado Emídio de Souza (PT-SP), Maria Vitória Benevides, a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS), o advogado Silvio Almeida, Luis Alberto Melchert, doutor em economia, Janaína Barbosa de Oliveira, ativista do movimento LGBTQIA+, e Rubens Linhares Mendonça Lopes, da setorial de pessoa com deficiência no PT.

Na terça-feira (8), Alckmin assinou a portaria que instituiu o gabinete de transição do governo, listando os 31 grupos técnicos temáticos. Na ocasião, o vice eleito confirmou os coordenadores do grupo técnico da economia: Persio Arida, André Lara Resende, Nelson Barbosa e Guilherme Mello.

Integrantes da equipe que implantou o Plano Real, Arida e Lara Resende são economistas com passagens pelo mercado e histórico liberal, embora as ideias do último tenham provocado reações entre colegas nos últimos anos. Barbosa e Mello, por sua vez, são dois nomes ligados ao partido e defendem a flexibilização de certas regras, como o teto de gastos, para atender a demandas sociais.

O MDB terá assentos em três coordenações na transição de governo. Simone Tebet, que foi candidata à Presidência no primeiro turno e participou ativamente da campanha petista no segundo, ficará com Assistência Social.

O presidente da sigla, Baleia Rossi (SP), também anunciou a indicação para o Conselho Político da Transição dos senadores Renan Calheiros (MDB-AL) e Jader Barbalho (MDB-PA).

Na área de cultura, foram indicados três nomes para coordenar: a atriz Lucélia Santos, o ex-ministro da Cultura Juca Ferreira e o secretário nacional de Cultura do PT Márcio Tavares.

O grupo deve se reportar ao ex-ministro Aloizio Mercadante, responsável pela elaboração do programa de governo de Lula e coordenador técnico da equipe de transição do presidente eleito.

A Saúde ficará com quatro ex-ministros dos governos do PT, Humberto Costa, José Gomes Temporão, Alexandre Padilha e Arthur Chioro.

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) disse, nesta quinta, que estará na coordenação de Desenvolvimento Regional. Com ele estarão também os governadores Helder Barbalho (MDB-PA), reeleito, Camilo Santana (PT-CE), eleito ao Senado, e o senador Otto Alencar (PSD-BA).