Mercado abrirá em 2 h 59 min
  • BOVESPA

    121.800,79
    -3.874,21 (-3,08%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.868,32
    -766,28 (-1,48%)
     
  • PETROLEO CRU

    73,05
    -0,90 (-1,22%)
     
  • OURO

    1.810,90
    -6,30 (-0,35%)
     
  • BTC-USD

    39.605,78
    -2.315,37 (-5,52%)
     
  • CMC Crypto 200

    966,43
    +16,53 (+1,74%)
     
  • S&P500

    4.395,26
    -23,89 (-0,54%)
     
  • DOW JONES

    34.935,47
    -149,03 (-0,42%)
     
  • FTSE

    7.111,03
    +78,73 (+1,12%)
     
  • HANG SENG

    26.235,80
    +274,77 (+1,06%)
     
  • NIKKEI

    27.781,02
    +497,43 (+1,82%)
     
  • NASDAQ

    15.042,25
    +86,50 (+0,58%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1550
    -0,0330 (-0,53%)
     

Além do preço do combustível, caminhoneiro reclama do óleo lubrificante

·1 minuto de leitura
***FOTO DE ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, BRASIL 31.05.2018 - Fila em posto na marginal Tietê, em SP. (Foto: Adriano Vizoni/Folhapress)
***FOTO DE ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, BRASIL 31.05.2018 - Fila em posto na marginal Tietê, em SP. (Foto: Adriano Vizoni/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O preço dos combustíveis, que teve um novo reajuste anunciado nesta segunda (5) pela Petrobras, se soma a outra queixa dos caminhoneiros: o custo do óleo lubrificante.

O presidente da ANTB (associação nacional do transporte), José Roberto Stringasci, diz que sentiu um aumento de cerca de 20% nos últimos dois meses, depois de o preço já ter subido em 2020.

Segundo ele, a troca de óleo de um caminhão, que custava pouco mais de R$ 1.100, hoje pode chegar a R$ 1.500 em alguns estados. Setores da categoria voltam a falar sobre uma nova paralisação a partir de 25 de julho motivada pelo cenário de preços.

A Petrobras afirma que registrou participação de 28% no atendimento do mercado de óleos básicos em 2021. A maior parte do produto vem do exterior (55%) e o restante é de rerrefino (17%), que limpa o óleo para reutilização.

A estatal diz que a queda na demanda entre março e junho de 2020 estimulou a redução da produção nacional e das importações. O mercado voltou a se aquecer em julho do ano passado e chegou a níveis pré-pandemia, levando à escassez da matéria-prima com elevação de preços.

Os valores internacionais dos óleos básicos variaram entre 200% e 360% nos últimos 12 meses, de acordo com o tipo do produto, segundo a Petrobras, que afirma ter aplicado reajustes menores no período, mas não divulga os preços.

Procuradas pela reportagem, a Shell Brasil não se manifesta e a BR Distribuidora diz que não comenta sobre preço.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos