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Além da Evergrande, agora temos a Fantasia

·2 minuto de leitura

Segundo a mídia especializada, a incorporadora Fantasia acusou o não pagamento de obrigações que venceram na última segunda-feira.

Com isso, Fantasia tem 30 dias para tentar resolver o imbróglio para evitar o calote. Com a crise em mais uma incorporadora, as coisas podem começar a ganhar um contexto dramático na economia chinesa e mundial.

Crise sistêmica na China

Com mais uma incorporadora acusando problemas em conseguir quitar suas obrigações, fica evidente que o problema da Evergrande não é único.

Na verdade, a crise parece estar entrelaçada nas entranhas da China. Um efeito dominó não pode ser descartado.

Em uma crise sistemática com um potencial de efeito dominó, a quebra da Evergrande, ou até da própria Fantasia, podem desencadear a quebra de diversas outras empresas em pouco tempo.

Isso acontece porque tais incorporadoras possuem diversos credores e contra partes por toda a China e no mundo.

A falta de pagamento, ou a simples falta de credibilidade de tais instituições pode gerar um efeito catastrófico na economia.

Entre os efeitos que podem vir a ocorrer, nós temos a busca por dinheiro nos bancos (o que reduz a liquidez das instituições financeiras), a redução de investimentos e de compras por parte da população e das empresas (redução dos gastos).

Todo esse choque pode levar a China a enfrentar uma crise mais pesada do que a Covid-19 foi ou está sendo.

Como enfrentar uma crise sistêmica?

Observando crises passadas, existem alguns investimentos que podem ser feitos para tentar reduzir a volatilidade da carteira.

Dentre eles a aquisição de dólares. É importante manter parcela considerável do capital em dinheiro, ou seja, em títulos de liquidez diária atrelados ao juro (principalmente agora, onde o juro está em alta e tem a expectativa de terminar 2021, em no mínimo 8,25% ao ano).

Além disso, títulos de curto prazo atrelados ao IPCA podem ser uma alternativa interessante. Existem bons bancos oferecendo CDB, LCI ou LCA atrelados ao IPCA, com vencimentos curtos e pagando juros de até 4% ao ano.

Por último, o investimento em ouro deve ser cogitado. Se uma quebra realmente ocorrer na China, o mundo inteiro vai mergulhar em uma crise e isso vai despertar o investimento em ouro.

Esse investimento pode ser conduzido por meio de fundos de investimentos que possuem o ouro como benchmark e principal ativo da carteira.

Só para ter uma ideia, hoje, o USD/BRL fechou em R$ 5,48, alta de 0,40%. O EUR/USD fechou em 1,16 dólares, ou desvalorização de 0,14%.

Já o ouro vem sendo negociado em 1.758,00 dólares a onça, registrando queda de 0,55% no dia.

This article was originally posted on FX Empire

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