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Airbus corta produção do A350, após divulgar prejuízo trimestral pior que o esperado

Por Tim Hepher
·2 minuto de leitura
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Por Tim Hepher

PARIS (Reuters) - A Airbus anunciou nesta quinta-feira um novo corte na produção do seu jato A350, após registrar prejuízo maior que o esperado no segundo trimestre diante da pandemia de coronavírus.

Mas a fabricante de aviões também disse que espera evitar a queima de caixa no segundo semestre, após saída menor do que o esperado no trimestre, de 4,4 bilhões de euros, diante da quedas nas entregas de aeronaves.

"Acreditamos que será uma recuperação longa e lenta", disse o presidente-executivo, Guillaume Faury, a jornalistas, acrescentando que as viagens estão se recuperando, mas mais lentamente do que o esperado.

A crise afetou particularmente a demanda por jatos de longo alcance, que devem ser os com recuperação mais lenta após a demanda voltar aos níveis normais, o que a Airbus diz que pode levar até 2023 ou 2025.

A Airbus informou que reduziu a produção do A350 para cinco jatos por mês, depois de cair dos 9,5 em abril.

A Airbus está cortando até 15 mil empregos ou 11% de sua força de trabalho em resposta à crise, e espera manter a produção em 40% por dois anos, em comparação com os níveis anteriores à crise.

"Estamos reduzindo os custos em geral, dada a nova situação", afirmou Faury.

A empresa registrou prejuízo operacional ajustado no segundo trimestre de 1,226 bilhão de euros, uma vez que as receitas caíram 55%, para 8,317 bilhões de euros. Analistas esperavam prejuízo de 1,027 bilhão de euros e receita de 8,552 bilhões, de acordo com um consenso de estimativas compiladas pela empresa.

As perdas incluem 900 milhões de euros em depreciação do balanço patrimonial. A Airbus alertou que pode ter que fazer provisões adicionais entre 1,2 bilhão e 1,6 bilhão de euros relacionadas à reestruturação.