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Agosto deve mostrar maior expansão do crédito em 12 meses desde 2014, diz Febraban

Talita Moreira
·2 minutos de leitura

Números mostram também o segundo mês consecutivo com crescimento de dois dígitos Marcos Santos/USP Imagens O saldo de crédito deverá mostrar crescimento de 1,5% em agosto quando comparado a julho e 11,6% na variação de 12 meses, mostra a Pesquisa Especial de Crédito da Febraban. Se confirmado esse ritmo, será a maior expansão desde novembro de 2014, quando a alta foi de 11,7%. Os números mostram também o segundo mês consecutivo com crescimento de dois dígitos, já que os dados de julho apontaram expansão de 11,3% em 12 meses. O levantamento abrange os maiores bancos do país que representam de 39% a 91% do estoque total do sistema financeiro dependendo da linha. Os dados oficiais sobre o crédito em agosto serão divulgados pelo Banco Central (BC) na segunda-feira. O levantamento mostra crescimento mensal de 1% nas operações com recursos livres e de 2% no crédito direcionado, nesse caso impulsionadas por linhas de combate à crise, como o Pronampe. As operações com pessoas físicas avançaram 1,4%, enquanto as com pessoas jurídicas cresceram 1,6%. De acordo com a Febraban, agosto deve mostrar crescimento de 10,4% nas concessões médias por dia útil em relação a julho - um ritmo mais forte que o de 5,7% apresentado em agosto do ano passado. Na variação de 12 meses, o salto deve ser de 8,3%. A média diária de concessões com recursos livres deve apresentar alta de 8,5% e a de recursos direcionados, crescimento de 21,5%, também resultado da liberação de recursos anticrise. Os dados apontam que o país chegou a um saldo total de crédito de R$ 3,72 trilhões, cerca de 52% do PIB, o que representa a maior proporção em relação ao Produto Interno Bruto brasileiro desde o primeiro semestre de 2016. “As estimativas de nossa pesquisa, se confirmadas, mostrarão uma retomada mais consistente da atividade econômica e do consumo das famílias. Também reforçam mais uma vez o papel que o sistema financeiro tem desempenhado durante a crise da covid-19, sempre buscando mitigar os impactos negativos da pandemia”, disse Isaac Sidney, presidente da Febraban, por meio de nota.