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Agora sem Digão: mesmo com seis duplas diferentes, zaga se mantém consistente no Fluminense

Luiza Sá
·3 minuto de leitura


O Fluminense é um dos times que mais perdeu jogadores depois da paralisação, normalmente por lesões. Mas, desta vez, Odair Hellmann tem um desfalque por suspensão, o zagueiro Digão. Para o alívio do treinador, as mudanças feitas no setor defensivo geralmente têm boa resposta. Foram seis duplas de zaga diferentes em 2020 no Tricolor, motivadas por atletas machucados, Covid-19, más atuações, entre outros. Mas as alterações destacaram a importância e a qualidade dos quatro jogadores que vêm disputando as vagas.

A tendência é que, contra o Santos, Luccas Claro volte ao time titular ao lado de Nino, como era antes de o jogador testar positivo para Covid-19. Juntos, os dois tem um aproveitamento de 48% em 11 partidas, enquanto Digão e Nino, que atuaram lado a lado 12 vezes, estão invictos até o momento, somando 68% de aproveitamento.

O ano passado se encerrou com Digão e Nino como titulares, mas os dois ficaram fora do início da pré-temporada com o elenco. O veterano porque precisava acertar o fim do vínculo com o Cruzeiro e o mais jovem pois servia, à época, a Seleção Olímpica. Por isso, Matheus Ferraz e Luccas Claro foram os escolhidos inicialmente.

Um dos grandes problemas tem sido quase um revezamento dos dois mais velhos no departamento médico. Ferraz foi o primeiro a sentir por conta do longo tempo sem atuar. Depois, Digão machucou a coxa e deu lugar ao companheiro novamente. Até o momento em que ambos se lesionaram ao mesmo tempo às vésperas do início do Brasileirão. E foi aí que Luccas Claro prosperou.

Antes quarta opção, ele se consolidou e só saiu do time quando testou positivo para Covid-19. Novamente as lesões atrapalharam as sequências de Digão e Matheus Ferraz, mas o primeiro é quem se firmou mais na equipe e jogou nas últimas quatro partidas.

Saídas só com algum problema

Com relação às escalações, um zagueiro entrou em uma partida e saiu na seguinte apenas seis vezes, mostrando como as alternativas costumam ter sequência. A primeira foi quando Matheus Ferraz se lesionou antes do jogo de ida da Sul-Americana. Ele havia retornado contra o Boavista, mas deu lugar a Luccas Claro em seguida. Este, inclusive, naquele momento saiu esta vez do time e no momento em que Nino estreou por opção do treinador.

Além disso, houve a situação em que Digão jogou a semifinal contra o Botafogo e saiu na final da Taça Rio, ficando no banco, e Nino, que não atuou no primeiro da decisão do Carioca pois se lesionou, mas retornou no segundo. Por fim, Matheus ferraz atuou no segundo confronto do Estadual, mas saiu no amistoso com o Botafogo por lesão. As últimas duas vezes em que isso aconteceu foi quando Nino foi poupado contra o Athletico, mas voltou na rodada seguinte, assim como Luccas Claro contra o Atlético-GO, ambos no Brasileirão.

O único que chegou a ser barrado de fato por más atuações foi Nino, que acabou indo para o banco no clássico com o Flamengo para dar lugar a Digão. O jogador criado na base tricolor atuou ainda no jogo seguinte como titular, mas se machucou novamente e o jovem retomou a posição. Com os casos de Covid-19, Matheus Ferraz assumiu a vaga de Luccas Claro, mas voltou a sentir e Digão, voltando do departamento médico, assumiu a vaga. Portanto, Nino e Digão vinham formando a dupla até o segundo receber o terceiro amarelo e ficar suspenso.

O Fluminense recebe o Santos no Maracanã neste domingo, às 16h, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro.