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Agência da UE investiga casos de trombose após vacina da J&J

Naomi Kresge
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A agência reguladora de medicamentos da União Europeia disse que iniciou uma revisão para avaliar casos de coágulos sanguíneos em pessoas que receberam a vacina contra a Covid-19 da Johnson & Johnson.

Quatro casos graves de coágulos atípicos acompanhados de baixo nível de plaquetas, um dos quais fatal, surgiram após a vacinação com o imunizante da J&J, disse na sexta-feira a Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês). A reguladora agora coloca no radar uma segunda vacina contra a Covid, após o imunizante da AstraZeneca estar possivelmente associado a um raro problema de trombose.

A J&J trabalha com reguladores para avaliar dados sobre os raros coágulos e, “no momento, nenhuma relação causal clara foi estabelecida” com a vacina, disse a empresa em comunicado por e-mail.

Um caso ocorreu durante um ensaio clínico. Na época, a J&J disse não ter encontrado nenhuma evidência de que a vacina fosse responsável pelo problema, e três outros ocorreram nos Estados Unidos, onde o imunizante foi administrado a quase 5 milhões de pessoas.

Embora a vacina da J&J tenha sido aprovada pela UE, o bloco só deve começar a distribuição no final do mês. Ainda assim, a UE conta com a vacina de uma dose para acelerar a campanha de imunização em meio a restrições em alguns países sobre o uso do imunizante da AstraZeneca, que precisa de duas doses.

Dados da Sputnik

Em outro comunicado, a agência da UE disse que ainda não tem evidências suficientes para aprovar a vacina Sputnik V da Rússia.

Assim como os imunizantes da J&J e Astra, a Sputnik usa um adenovírus - a causa de alguns resfriados comuns - para fornecer o antígeno do coronavírus e gerar uma resposta imunológica.

As tecnologias de adenovírus, como a usada pela AstraZeneca e outras farmacêuticas, foram associadas a tromboses em outras circunstâncias. Por isso, se essa for a razão para os raros efeitos colaterais observados com a vacina da Astra, os imunizantes da J&J, Sputnik e da farmacêutica chinesa CanSino Biologics também estariam em risco, disse Sam Fazeli, analista da Bloomberg Intelligence.

A FDA, que agência que regula fármacos e alimentos nos EUA, não respondeu de imediato a um pedido de comentário.

A EMA continuará a revisão da vacina russa até que tenha evidências suficientes para apoiar um pedido de autorização de comercialização, disse a agência na sexta-feira. A EMA não quis comentar sobre as informações de segurança da Sputnik antes da avaliação ser concluída.

(Atualiza com resposta da J&J e mais informações a partir do terceiro parágrafo.)

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