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Agência da ONU trabalha para ajudar boxeador olímpico venezuelano da equipe de refugiados

·1 minuto de leitura
Eldric Sella enfrenta Euri Cedeno nos Jogos de Tóquio

Por Brian Ellsworth

CARACAS (Reuters) - A agência de refugiados da ONU afirmou nesta terça-feira que está buscando ajuda a um boxeador venezuelano que disputou os Jogos de Tóquio pela equipe de refugiados, um dia depois de seu pai dizer que ele não pode retornar a Trinidad & Tobago, onde estava vivendo.

Eldric Sella durou 67 segundos em sua luta de estreia contra Euri Cedeno, da República Dominicana, precipitando o fim das aspirações olímpicas do boxeador de 24 anos que, em 2018, fugiu de seu país para viver em Trinidad & Tobago.

Seu pai Edward, em entrevista com a emissora online venezuelana VPItv na segunda-feira, disse que Sella não pode voltar à nação do Caribe e que sua família buscou ajuda da agência de refugiados da ONU (Acnur).

"A agência está em discussões para avaliar as soluções mais apropriadas para Eldric Sella e sua família", afirmou um porta-voz do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados, em um e-mail, recusando-se a dar mais detalhes por motivos de confidencialidade.

"Estamos muito orgulhosos das conquistas de Eldric como parte da Equipe Olímpica de Refugiados e estamos gratos pelo apoio dado a ele e sua família até agora", disse o porta-voz.

O ministério da Segurança Nacional de Trinidad & Tobago, que lida com assuntos de imigração, não respondeu ao pedido por comentários.

Não ficou claro em um primeiro momento por que Sella não poderia retornar a Trinidad & Tobago, onde ele buscou asilo.

(Por Brian Ellsworth em Caracas; reportagem adicional de Linda Hutchinson-Jafar em Porto da Espanha)

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