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Aeroporto ordena que linhas aéreas parem de vender passagens

Crise dos aeroportos continua na Europa (AP Photo/Frank Augstein)
Crise dos aeroportos continua na Europa (AP Photo/Frank Augstein)
  • Crise da aviação na Europa continua com inúmeros cancelamentos de voos;

  • Empresas que reduziram funcionários na pandemia tem dificuldade de acompanhar a demanda atual;

  • Aeroporto de Heathrow limitou número de passageiros em 20% quando comparado ao período pré pandêmico.

O aeroporto Heathrow de Londres, um dos maiores e mais movimentados do mundo, anunciou que irá estabelecer um limite diário de passageiros, restringindo o número de passagens que as companhias aéreas poderão vender.

O cerceamento vem em meio ao contexto de caos aéreo que predomina na Europa já há umas semanas, que tem visto diversos voos sendo cancelados sucessivamente. No Brasil ficou famosa a entrevista que o humorista Adbiás Melo deu a uma rede televisiva portuguesa após ficar preso seis dias no Aeroporto Internacional de Lisboa.

A administração do aeroporto informou que irá limitar o tráfego de passageiros em 100 mil por dia até 11 de setembro, um número 20% menor do que o costumeiro para o aeroporto londrino antes da pandemia, que via cerca de 125 mil pessoas diariamente.

"Nosso objetivo é proteger os voos da grande maioria dos passageiros em Heathrow neste verão" disse John Holland-Kaye, CEO de Heathrow. "Reconhecemos que isso significa que algumas viagens de verão serão transferidas para outro dia, outro aeroporto ou canceladas, e pedimos desculpas àqueles cujos planos de viagem foram afetados."

De acordo com o comunicado oficial, o Heathrow ainda não conseguiu retornar às suas operações em plena capacidade, mesmo buscando contratar novos funcionários de maneira ágil. Postos como manipuladores de bagagens em terra continuam vazias e sem recursos.

A crise de funcionários da aviação continua ainda em outros locais, como na Ásia, que ainda sofre com consequências diretas da pandemia, e os Estados Unidos, que veem uma escassez de pilotos. O problema é ainda mais agravado por greves em outros países europeus, como a França e os países da Escandinávia.