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Advogada afirma que termos de consentimento para estudo da Prevent eram genéricos

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***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 14.07.2021 - O relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL). (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 14.07.2021 - O relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL). (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em depoimento à CPI da Covid, a advogada Bruna Morato, que representa médicos da Prevent Senior, afirmou que os termos de consentimento da empresa para pacientes e familiares, a respeito do estudo sobre uso do kit Covid para tratamento da Covid-19 eram "genéricos" e não informavam quais medicamentos receberiam.

"O termo de consentimento era bem genérico, tanto o disponível no hospital quanto o que era enviado por SMS, que as pessoas apenas respondiam", afirmou.

Uma das denúncias apresentadas pelos médicos da Prevent Senior era de que os pacientes não eram informados a respeito de quais medicamentos receberiam.

KIT COVID

A advogada Bruna Morato, que representa médicos da Prevent Senior, afirmou que a operadora não tinha a quantidade de leitos necessários para atender os pacientes infectados pelo novo coronavírus e adotou o chamado tratamento precoce para contar essa deficiência.

"As mensagens de texto encaminhadas [pelos diretores da operadora aos médicos] mostram que a Prevent Senior não tinha a quantidade de leitos necessários de UTI", afirmou durante o seu depoimento.

O relator Renan Calheiros então questionou se a adoção do kit Covid, com medicamentos sem eficácia comprovada para o tratamento da Covid-19, seria uma forma de reduzir custos.

"Sim. É muito mais barato disponibilizar um conjunto de medicamentos do que providenciar a internação desses pacientes", completou.

ALTERAÇÃO DE TABELA

A advogada Bruna Morato, que representa médicos da Prevent Senior, negou que ex-profissionais da operadora tenham alterado uma tabela com número de mortes por Covid-19, em estudo realizado em hospital da rede.

A operadora foi acusada de omitir sete mortes nesse estudo. Em depoimento à CPI da Covid, o diretor executivo da Prevent, Pedro Batista Júnior, afirmou que ex-médicos da operadora alteraram uma tabela para prejudicar a empresa.

"O doutor Pedro Batista também fez uma informação, prestou uma informação um tanto quanto equivocada com relação aos nomes que foram divulgados. Eu disponibilizei a tabela com o nome dos participantes [para a CPI] e fiz a verificação de cada um dos óbitos. As nove pessoas que estavam na tabela continuam falecidas", afirmou.

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