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Adoção da inteligência artificial por empresas brasileiras cresce diante da pandemia do coronavírus

·3 minuto de leitura
Adoção da inteligência artificial por empresas brasileiras cresce diante da pandemia do coronavírus
Adoção da inteligência artificial por empresas brasileiras cresce diante da pandemia do coronavírus

A inteligência artificial (IA) tem caído no gosto das empresas brasileiras. De acordo com a pesquisa Global AI Adoption Index 2021, 40% dos profissionais de TI do Brasil entrevistados afirmaram usar a tecnologia em suas operações. O dado coloca o Brasil como referência na adoção de IA no continente sul-americano, já que, na América Latina como um todo, o número ficou em 21%.

Parte desse avanço robusto pode ser explicado pela pandemia do coronavírus. As empresas tiveram que reforçar seus canais online de atendimento para acelerar o processo de transformação digital, ampliando a experiência dos clientes e garantindo a continuidade dos negócios à distância. E isso, naturalmente, provocou maior demanda pela inteligência artificial.

Resultado disso foi um grande movimento de automação nas operações das empresas das mais diversas áreas. As companhias se beneficiaram da IA para intensificarem o foco no atendimento ao cliente, principalmente com o desenvolvimento de chatbots e a criação de assistentes virtuais.

Inclusive, o desenvolvimento da tecnologia no Brasil teve um grande papel da IBM. Isso porque a a adoção de IA para assistentes virtuais baseadas no IBM Watson Assistant dobrou no Brasil entre janeiro e dezembro de 2020. Cases não faltam.

Além das conhecidas BIA (do Bradesco) e Magalu (da Magazine Luiza), Babi (do Banco Inter) e a assistente virtual da TIM são bons exemplos de como a inteligência artificial do Watson foi importante para facilitar a experiência do cliente e as operações das empresas.

Assistente de voz
Além do setor de cibersegurança, inteligência artificial tem sido implementada em assistentes virtuais, especialmente na área de e-commerce. Foto: Peach ShutterStock/Shutterstock

“Os negócios e as relações de trabalho mudaram. De repente, tudo precisou se adaptar ao online e toda essa migração do real para o virtual irá precisar cada vez mais do apoio da IA e do amadurecimento de tecnologias que já estavam em expansão, como análise de dados e automação”, afirma Marcela Vairo, diretora de Data, AI Apps e Automação da IBM Brasil.

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Avanços devem continuar

Mas se a inteligência artificial já tem demonstrado ótimos progressos, a situação poderá ficar ainda melhor. Isso porque uma pesquisa recém-divulgada pela IDC revelou que as empresas baseadas em IA terão um aumento de 100% na produtividade e no conhecimento de sua força de trabalho até 2025.

Além disso, é importante lembrar que a tecnologia está apenas em seus estágios iniciais. Em um encontro virtual com alguns jornalistas ocorrido nesta quarta-feira (26), Claudio Pinhanez, gerente de Pesquisa em Inteligência Conversacional da IBM Research Brasil, destacou que diversos avanços ainda são necessários para o desenvolvimento da IA.

“Estamos no início. Trabalhamos com máquinas extremamente ineficientes na questão de energia, existem pequenos problemas de identificabilidade e impasses com teorias da consciência nos sistemas”, destacou o executivo.

No entanto, Pinhanez destaca o grande progresso feito pela inteligência artificial nos últimos cinco anos. “Em 2015, não diria que estaríamos agora no ponto em que estamos. Teria estimado o atual cenário para 2030”, completou.

Vale lembrar que no começo do ano, a IDC estimou que os investimentos em IA no Brasil neste ano podem chegar a R$ 2,4 bilhões. Quem não acompanhar esta tendência, poderá ficar para trás.

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