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Acusado de assassinato de Rafael Miguel, Paulo Cupertino aciona MP por vazamento dos vídeos de prisão e audiência de custódia

A defesa do empresário Paulo Cupertino — acusado de matar o genro, o ator Rafael Miguel, e os pais dele — acionou Ministério Público de São Paulo, Controladoria Geral do Estado e Corregedoria dos Presídios para solicitar uma investigação contra policiais civis e servidores que participaram de sua prisão por divulgação das imagens da sua prisão. Além disso, a defesa, feita pela Defensoria Pública de São Paulo, alega que imagens da prisão, de sua audiência de custódia e gravações internas das unidades prisionais nas quais ele passou teriam sido vazadas de maneira irregular.

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Por conta disso, a defesa alega que a divulgação pode levar Cupertino a sofrer represálias na prisão pela repercussão do caso, bem como a prejuízo e retaliações contra a sua família, segundo a Folha de S. Paulo. Os advogados ainda afirmam que empresário teria sido exposto “à verdadeira execração pública” pelo delegado Osvaldo Nico Gonçalves, que o chamou de “vagabundo”, “cínico”, “estelionatário” e “171” publicamente.

Segundo a defesa, as ações indicariam possíveis crimes de abuso de autoridade e infrações administrativas.

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Cupertino foi preso pela Polícia Civil no mês passado, quando estava escondido em um hotel no Centro de São Paulo. Ele estava foragido há quase três anos. Como o empresário nunca foi ouvido pela investigação na fase de inquérito, ele também não foi interrogado na ocasião. Ao chegar à sede da polícia, Cupertino negou os crimes aos jornalistas.

“Eu sou inocente, não matei ninguém”, disse. Na época do crime, câmeras de segurança gravaram o empresário atirando 13 vezes nas vítimas. Ele fugiu na sequência.

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Cupertino parecia “feliz” ao ser conduzido por policiais da 6ª Seccional ao 98º DP, no Jardim Miriam, na Zona Sul da capital paulista, conforme descreveu a delegada Ivalda Aleixo a jornalistas na manhã desta terça-feira.

“Ele estava empolgado. Primeiro que parece que ele estava feliz naquele monte de gente lá”, disse Aleixo, acrescentando que Cupertino afirmou, informalmente, que “vai provar” que é “inocente”.

Na época do seu assassinato, Rafael Miguel tinha 22 anos. O pai dele, João Alcisio Miguel, 52, e a mãe, Miriam Selma Miguel, 50. Segundo a investigação, Cupertino matou as vítimas porque não aceitava o namoro da filha Isabela Tibcherani com o artista. À época ela tinha 18 anos. Ela e a mãe presenciaram o crime, mas não foram alvo do assassino e nem atingidas pelos disparos.

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