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Acordo UE-Chile está 'prestes a ser alcançado' após reunião com Macron

·3 minuto de leitura
O presidente francês, Emmanuel Macron, (à esquerda) cumprimenta seu homólogo chileno, Sebastián Piñera, antes de sua reunião no Palácio do Eliseu, em Paris (AFP/Ludovic MARIN)

O presidente do Chile, Sebastián Piñera, afirmou nesta segunda-feira (6) que a modernização do acordo comercial com a União Europeia (UE) está prestes a ser concluída, após uma reunião com o francês Emmanuel Macron, em meio a uma viagem europeia.

"Falamos sobre como acelerar o novo acordo de colaboração entre França, UE e Chile e que está prestes a ser alcançado", disse Piñera em declaração à imprensa, sem perguntas, depois de almoçar com Macron no palácio do Eliseu.

O bloco europeu e o país sul-americano começaram a negociar em novembro de 2017 a modernização do marco diplomático vigente entre ambos desde 2003, que incorpora uma seção comercial, para incluir aspectos como investimentos e propriedade intelectual.

O presidente da França, que assumirá a presidência temporária da UE em janeiro, expressou seu apoio para uma "conclusão bem-sucedida" das negociações, mas destacou suas linhas vermelhas: proteção dos investimentos e cumprimento efetivo do Acordo de Paris.

O apoio de Macron não é trivial, principalmente após ter reiterado na sexta-feira sua oposição ao acordo comercial entre os 27 países europeus e as nações do Mercosul, concluído em 2019 por questões de proteção do clima e da biodiversidade.

A UE é o terceiro sócio comercial do Chile, atrás da China e Estados Unidos, e importou bens em 2020, especialmente produtos agrícolas e de mineração, por 5,88 bilhões de euros (6,98 bilhões de dólares, no câmbio atual), segundo dados da Comissão Europeia.

O Chile - 39º sócio comercial da UE - importou bens europeus por pouco mais de 7,53 bilhões de euros (8,94 bilhões de dólares), especialmente maquinarias, equipamentos de transporte e produtos químicos, segundo a mesma fonte.

- "Momento histórico" -

A visita de Piñera, parte de uma viagem europeia pela França, Espanha, Itália, Reino Unido e Vaticano, ocorre em pleno desenvolvimento da Convenção Constituinte para substituir a Constituição atual, herdada da era do ditador Augusto Pinochet.

O Eliseu anunciou que este assunto estaria na agenda do almoço dos presidentes e Macron destacou, na declaração final conjunta, o "momento histórico" que o Chile vive e expressou "todo o apoio da França".

Sobre as crises políticas na Venezuela e Nicarágua, ambos destacaram "a necessidade de soluções democráticas, pacíficas e negociadas", disse o presidente francês, que recebeu Piñera junto com sua esposa, Brigitte Macron.

Além da modernização do Acordo de Associação entre o Chile e a UE, o chefe de Estado chileno, que abandonará o poder em março, também busca impulsionar o combate a futuras pandemias e à mudança climática, segundo seu escritório.

A covid-19 "representou uma grande vitória para a ciência, que descobriu vacinas em meses (...), mas uma grande derrota para a política, que não soube colaborar o suficiente para prevenir danos maiores", afirmou Piñera.

No dia anterior, o presidente chileno analisou com as autoridades espanholas os avanços contra a pandemia. Na terça-feira (7), deve voltar a Madri para se reunir com o rei Felipe VI e o presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez.

Até 2 de setembro, 86,01% da população - 13 milhões de pessoas - está completamente imunizada no Chile, país que aplica vacinas da Coronavac, Pfizer, AstraZeneca e CanSino, de acordo com dados das autoridades.

tjc/jvb/aa

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