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Acordo sobre imposto mínimo global pode garantir R$ 5 bi ao Brasil. Veja o impacto para cada país

·1 minuto de leitura

RIO - No fim de semana, os líderes dos países do G-7 apoiaram a taxação mínima global de 15% para as multinacionais (em especial big techs como Google, Facebook, Apple e Amazon) aprovada pelos ministros de Finanças do bloco na reunião preparatória.

Se essa taxa fosse aplicada neste ano, muitos países poderiam aumentar a arrecadação, inclusive o Brasil, que receberia cerca de € 900 milhões, ou R$ 5,57 bilhões, de acordo com estudo feito pelo Observatório de Tributação da União Europeia.

O acordo alcançado pelo G-7 tem dois pilares e só foi alcançado porque EUA e Europa, que estavam em lados opostos nesta questão, fizeram concessões. O primeiro pilar é a taxação de 15% sobre as multinacionais, proposta originalmente pela secretária do Tesouro dos EUA, Janet Yellen.

O segundo pilar é que as empresas serão taxadas também nos países onde vendem produtos e serviços, e não apenas nos países onde instalaram suas sedes. Essa parte do acordo é uma demanda europeia e mira especialmente as gigantes de tecnologia americanas, que cresceram demais na pandemia e não pagam imposto onde comercializam seus produtos.

A proposta, reunindo os dois pilares, será levada à reunião do G-20, em julho, para assegurar mais apoio. Em seguida, deverá ser aprovada no âmbito da OCDE, para que se tornem efetivamente um imposto global.

O levantamento do Observatório de Tributação da União Europeia considera quatro cenários de arrecadação com a taxa global para diferentes países, se ela fosse adotada neste ano. Veja abaixo as projeções para a alíquota de 15%:

EUA - € 40,7 bilhõesCanadá - € 16 bilhõesAlemanha - € 5,7 bilhõesFrança - € 4,3 bilhõesEspanha - € 700 milhõesPortugal - € 100 milhõesBrasil - € 900 milhões (R$ 5,57 bilhões)Chile - € 200 milhõesMéxico - € 500 milhõesChina - € 4,5 bilhões

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