Mercado fechará em 4 h 57 min
  • BOVESPA

    121.259,27
    -1.256,47 (-1,03%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.071,53
    +202,05 (+0,40%)
     
  • PETROLEO CRU

    70,12
    -1,14 (-1,60%)
     
  • OURO

    1.813,90
    -8,30 (-0,46%)
     
  • BTC-USD

    38.316,23
    -1.314,17 (-3,32%)
     
  • CMC Crypto 200

    935,79
    -7,65 (-0,81%)
     
  • S&P500

    4.388,99
    +1,83 (+0,04%)
     
  • DOW JONES

    34.889,21
    +51,05 (+0,15%)
     
  • FTSE

    7.106,36
    +24,64 (+0,35%)
     
  • HANG SENG

    26.194,82
    -40,98 (-0,16%)
     
  • NIKKEI

    27.641,83
    -139,19 (-0,50%)
     
  • NASDAQ

    14.903,50
    -49,25 (-0,33%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,2280
    +0,0839 (+1,37%)
     

Acordo sobre Estado de Direito abre portas para aprovar orçamento da UE

·2 minuto de leitura
Vista geral da reunião dos líderes europeus em Bruxelas

O Parlamento Europeu e os Estados-membros do bloco concordaram, nesta quinta-feira (5), em vincular o orçamento de longo prazo no bloco a um mecanismo que requer que os países respeitem as regras do Estado de Direito - disseram funcionários europeus.

O "acordo provisório" anunciado pelo Conselho Europeu supera a rejeição contundente do Parlamento, que se recusou a aprovar o orçamento da UE de 1,1 trilhão de euros (1,3 trilhão de dólares) e outros 750 bilhões de euros (900 bilhões de dólares) para medidas de alívio à pandemia de coronavírus - a menos que tal condição fosse aplicada.

Este acordo de princípio sobre a condicionalidade relativa ao respeito do Estado de Direito agora abre as portas para negociar os detalhes mais delicados do orçamento.

Os líderes da UE acordaram o princípio de condicionalidade do Estado de Direito em uma cúpula em julho, que definiu um pacote de subsídios e empréstimos sem precedentes para o resgate econômico da pandemia.

Os eurodeputados se queixaram, porém, de que a disposição era muito vaga para garantir que os países da UE que recebem recursos cumpram as regras democráticas, algo a que Hungria, Polônia e República Tcheca se opõem ferozmente.

Pouco depois de anunciado o acordo de princípio, o governo húngaro reagiu energicamente e descreveu o acordo como "uma chantagem inaceitável".

"É inaceitável que, apesar da pandemia e dos sérios desafios enfrentados pela economia europeia, o Parlamento insista em sua chantagem política e ideológica contra a Hungria", apontou a ministra da Justiça, Judit Varga.

Já o eurodeputado conservador finlandês Petri Sarvamaa, um dos negociadores do acordo, disse que o entendimento "coloca o navio europeu, que estava à deriva, de volta ao seu caminho".

Sarvamaa admitiu que os países europeus enfrentam "uma fase difícil, em que os valores da UE estão ameaçados e até fragilizados", mas garantiu que se trata de um "acordo histórico".

Hungria e Polônia receberam fortes críticas de Bruxelas por medidas que são consideradas como obstáculos para a independência do sistema judiciário e que prejudicam as normas sobre migração.

jug-ahg/jz/aa/tt

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos