Mercado fechado
  • BOVESPA

    121.800,79
    -3.874,54 (-3,08%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.868,32
    -766,28 (-1,48%)
     
  • PETROLEO CRU

    73,81
    +0,19 (+0,26%)
     
  • OURO

    1.816,90
    -18,90 (-1,03%)
     
  • BTC-USD

    41.720,45
    +191,48 (+0,46%)
     
  • CMC Crypto 200

    955,03
    +5,13 (+0,54%)
     
  • S&P500

    4.395,26
    -23,89 (-0,54%)
     
  • DOW JONES

    34.935,47
    -149,06 (-0,42%)
     
  • FTSE

    7.032,30
    -46,12 (-0,65%)
     
  • HANG SENG

    25.961,03
    -354,29 (-1,35%)
     
  • NIKKEI

    27.283,59
    -498,83 (-1,80%)
     
  • NASDAQ

    14.966,50
    -71,25 (-0,47%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1880
    +0,1475 (+2,44%)
     

Acordo para imposto corporativo global ainda enfrenta obstáculos

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O governo Biden e aliados globais conseguiram uma grande vitória na quinta-feira na iniciativa por um sistema tributário corporativo internacional mais equilibrado, mas ainda enfrentam vários obstáculos significativos para concluir o ambicioso plano que levou anos para ser elaborado.

O impulso ocorreu na rodada de negociações promovida pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, onde 130 países e jurisdições apoiaram um plano para fixar uma alíquota mínima de imposto corporativo e estabelecer um novo regime de compartilhamento dos impostos incidentes sobre os lucros de multinacionais.

Mesmo com os governos tendo comemorado a notícia - a secretária do Tesouro dos EUA, Janet Yellen, disse que foi “um dia histórico para a diplomacia econômica” -, o acordo continua bem distante de ser concluído. Alguns países não quiseram assinar. Mais importante, houve resistência de três membros da União Europeia, sendo que qualquer um poderia impedir o bloco de 27 membros de implementar o plano.

O Congresso dos EUA também pode ser um grande obstáculo, já que a aprovação do legislativo seria necessária para formalizar a participação do governo americano no sistema, e o Partido Democrata do presidente dos EUA, Joe Biden, possui maiorias apertadas que estão sob risco nas eleições de meio de mandato do próximo ano.

O acordo de quinta-feira deixa vários detalhes das propostas sem solução, como questões importantes sobre como e quando os impostos unilaterais de alguns países sobre a receita das empresas de tecnologia serão revertidos.

Tudo isso traz uma nova perspectiva para a reunião dos ministros das Finanças do G20 em Veneza, liberando as autoridades para se concentrarem mais em tópicos como o combate à pandemia de Covid-19 em vez de se esforçarem para chegar a um acordo sobre impostos. Também pode representar uma chance para que funcionários do alto escalão trabalhem imediatamente em questões tributárias inacabadas.

“Este será o pontapé inicial para o último trecho” até a reunião dos líderes do G20 marcada para 30 e 31 de outubro em Roma, disse Lilian Faulhaber, professora de direito da Universidade de Georgetown, especializada em questões tributárias internacionais. “Veneza lhes dá a oportunidade de ver exatamente as áreas que necessitam ser trabalhadas.”

More stories like this are available on bloomberg.com

Subscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.

©2021 Bloomberg L.P.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos